terça-feira, abril 21, 2009
Recordar Cavaco
Na altura, era primeiro ministro o Prof. Aníbal Cavaco Silva, e os policias reivindicavam o direito ao associativismo sindical, entretanto atribuído no governo socialista de António Guterres.
É também isso que os policias vão hoje ao terreiro do paço recordar. Os direitos que foram recusados por uns e atribuídos por outros. Recusados por Cavaco e atribuídos por Guterres.
Uma questão de bom senso
Não sei se me fie neste Don Tapscott ou continue a ouvir o Sancho
"O Programa Magalhães é a mais sofisticada e avançada implementação das tecnologias de informação em educação no mundo", frisa.
É que, para Tapscott, o velho modelo de aprendizagem do tipo - "eu sou um professor, tenho o conhecimento, e tu és o estudante, não sabes nada" - "é inapropriado" para a nova geração de jovens que "cresceu com interactividade e colaboração".
segunda-feira, abril 20, 2009
É escolher
Assim sendo, fica o deputado madeirense de fora.
Grandes carolas. Era mesmo isso que os madeirenses queriam.
P.S. - Estou certo que o PSD vai mesmo tentar enganar os eleitores, obrigando à renuncia das candidatas (que ninguém conhece) logo após as eleições autárquicas.
P.S. 1- Caso Elisa Ferreira e Ana Gomes sejam eleitas para os cargos de presidente de câmara, do Porto e Sintra respectivamente, entra para o parlamento europeu pelo menos mais uma senhora (Jamila Madeira) e ficam duas senhoras como presidente de duas das mais importantes autarquias portuguesas, e mais importante ainda, a Madeira fica com representação no parlamento europeu, através de Emanuel Jardim Fernandes.
Carlos César: atitude séria
Não me incomoda nada que o PSD-M eleja um eurodeputado, apesar do meu apoio ser para Emanuel Jardim Fernandes, como é óbvio.
Grave seria, se a Madeira ficasse sem um representante no parlamento europeu.
P.S. - Tenho pena que quem tem responsabilidades na indicação dos nomes para as listas, não veja na lei da paridade uma oportunidade mas sim um empecilho. A Madeira, como o restante país, têm senhoras com muita capacidade para desempenhar o cargo e representar, não só o seu país, como também a sua regiões. Infelizmente, temos políticos do passado que não entendem as coisas dessa maneira.
Congressos JÁ!
É preciso um congresso extraordinário no PS para arrumar com aquela confusão e outro com a mesma premência no PSD para dar um "exílio dourada" ao ainda Líder!
Por Caridade façam isso e já!
O PP lá conseguiu mais uma condescendência do Zé Manel, um sacrificiozinho a bem da causa politica regional ..... Os outros partidos lá vão marchando.
Mas é urgente que se faça qualquer coisa no centrão regional. Enquanto é tempo e a Republica não transforma o Represnetante em governador civil e acaba de uma vez por todos com essa tal "frescura" de autonomia.
A verdade do PSD
Que senhoras são estas que se deixam instrumentalizar, ainda por cima para contornar uma lei que foi criada para diminuir a sub-representatividade de género, de que as mulheres eram (são) as maiores vitimas?
E que partido é esse que considera que o espírito da lei não interessa para nada? Que o que interessa é saber como contornar a lei?
Não terá o PSD senhoras à altura de serem candidatas ao parlamento europeu?
Senhoras, não se esqueçam destas atitudes no dia das eleições. De todas as eleições.
Um partido de um homem só
P.S. - Lamento profundamente a recusa de Carlos Pereira em candidatar-se à CMF, embora compreenda, dada a falta de apoio, e mesmo hostilidade da actual direcção do PS-M em relação à sua pessoa.
Recado ao João Pereira Coutinho
Não vou contestar a opinião do João – mas vou lembrar-lhe, humildemente, que eu também tinha tendência a referir-me aos blogues de forma altiva e sobranceira, quando mandava palpites semanais na última página de um jornal diário (à época) de referência.
Depois, quando esse jornal “não quis mais” e os outros jornais e revistas não tiveram tempo para me responder aos mails, foi nessa presumível “lixeira” que me abriguei. Porque é livre. Porque pude. Porque existe. E apesar de “isto” não ser de ninguém, senti-me parte de alguma coisa.
Aprendi essa lição relevante, que passo ao João, se ele a quiser apanhar: o mundo é sempre o mesmo – só o lugar a partir do qual o observamos vai variando. É sensato não nos habituarmos à ideia de que o vamos ver sempre do mesmo ponto de vista. Porque um dia a lixeira pode transformar-se num espaço gourmet, como o que antes nos parecia longínquo pode subitamente estar à nossa frente.
O nosso comum amigo Miguel Esteves Cardoso já me tinha explicado isto vezes sem conta – mas eu demorei a perceber, é verdade.
Muito interessante este post de Pedro Rolo Duarte, que deveria servir de alerta para todos os jornalistas. A liberdade nas redacções é sempre limitada, e não fosse a auto-contenção de muitos e os seus lugares seriam rapidamente ocupados por outros. E um dia, quando os jornalistas não quiserem dobrar demasiado a sua espinha dorsal, eventualmente serão.
Inevitável!
Mesmo os seus adversários políticos reconhecem que é um dos mais bem preparados políticos regionais. É um bom economista, um gestor inteligente e um político frontal e destemido. Eu, que trabalhei com ele na campanha das autárquicas de 2005, reconheço-lhe uma capacidade de liderança inata, uma inesgotável capaciadade de trabalho, disciplina e fair play. E o que pode ser surpreendente para quem não o conhece, é que o Carlos é um tipo com um sentido de humor fantástico. domingo, abril 19, 2009
Verdade dura e crua
Meu amor, meu amor (meu limão de amargura)
Meu amor meu amor
Meu corpo em movimento
Minha voz à procura
Do seu próprio lamento
Meu limão de amargura
Meu punhal a crescer;
Nós parámos o tempo
Não sabemos morrer
E nascemos nascemos
Do nosso entristecer.
Meu amor meu amor
Meu pássaro cinzento
A chorar a lonjura
Do nosso afastamento.
Meu amor meu amor
Meu nó de sofrimento
Minha mó de ternura
Minha nau de tormento:
Este mar não tem cura
Este céu não tem ar
Nós parámos o vento
Não sabemos nadar
E morremos morremos
Devagar devagar
Nada como ouvir este poema pela voz de Amália Rodrigues
NOTA DE IMPRENSA 19-04-2009: André Escórcio, Líder Parlamentar do PS-M, demitiu-se.
Ao Presidente do PS-Madeira coube aceitar a demissão e agradecer o empenho que o deputado André Escórcio manifestou no exercício das suas funções, as quais serão assumidas pelo Presidente do PS-Madeira.
Aos cidadãos da Madeira e do Porto Santo, o Presidente do PS-Madeira aproveita o momento para endereçar uma palavra de esperança.
Nos momentos difíceis por que passa a nossa Região, só o PS-Madeira é alternativa. O Presidente do PS-Madeira garante que ele próprio e a sua Direcção não deixarão que mais uma vez, quando se aproximam actos eleitorais de extrema importância para a nossa Região, para o País e para a Europa, o PS-Madeira se deixe envolver por questões internas e disputas que nada trazem de positivo aos cidadãos.
O PS-Madeira mantém-se no rumo do fortalecimento e recuperação eleitoral nas eleições de 2009, preparando-se para oferecer a todos os cidadãos uma alternativa de governo nas eleições de 2011.
A Madeira e o Porto Santo precisam de um governo que governe para todos. A Madeira precisa de nós, de um PS-Madeira empenhado em oferecer uma alternativa aos cidadãos e nada motivado para disputas internas totalmente estéreis.
Funchal, 19 de Abril de 2009
O Presidente do PS-Madeira
João Carlos Gouveia
Lendo esta conferência de imprensa fica-se com a sensação que o ainda lider e a sua direcção nada têm a ver com as ditas disputas internas, quando na realidade são os principais instigadores. É incrível ver um presidente (não se pode chamar JCG de lider) que sendo eleito para um mandato institucional e de transição, coloca-se agora contra grande parte dos orgãos eleitos do partido, desde o grupo parlamentar até muitos órgãos concelhios, desrespeitando o mandato que lhe tinha sido dado pelos militantes, apenas com o objecivo de manter algum poder interno.
Só há uma saída para Gouveia
A sua decisão de entregar a liderança do grupo parlamentar só peca por tardia. Diga-se que ele aguentou mais do que seria humanamente expectável. A minha natural, total e incondicional solidariedade para com o André Escórcio.
Esta situação tem um culpado único. E esse culpado tem um nome: João Carlos Gouveia. É a JCG que têm de ser assacadas todas as responsabilidades pela situação em que ele fez mergulhar o PS-M.
Gouveia passou dois anos não se sabe bem a fazer o quê. Não organizou o partido. Não o motivou. Não o uniu. Não cumpriu o seu programa. Para na fase final do mandato, que recorde-se seria "institucional e de transição", se lançar numa desenfreada purga interna como forma de se perpetuar na sua liderança. Quebras sistemáticas de compromissos. Exclusão. Golpes palacianos. Atentado à hora e bom nome dos camaradas. Quebras de confiança. A total desvalorização da palavra e da confiança. Têm de ter da parte daqueles que acreditam que as palavras têm de valer, que o caminho é a inclusão e que se deve proteger e honrar os camaradas, reacções enérgicas. É nesse quadro que leio a decisão de André Escórcio.
Neste momento, tendo lançado o grupo parlamentar e o partido na maior confusão por sua exclusiva responsabilidade, João Carlos Gouveia tornou-se no principal obstáculo político do PS-Madeira.
Assim, só lhe resta uma saída com dignidade: Demita-se!
Dia triste para o PS-M
A minha total solidariedade ao professor André Escórcio.
Esta é mais uma consequência da liderança estalinista de João Carlos Gouveia, que passo a passo tenta fazer uma purga de todos aqueles que não alinham com o seu pensamento. Foi Vitor Freitas, Jaime Leandro, Carlos Pereira e muitos outros que não tendo a notoriedade pública dos primeiros também se sentem a ser afastados por uma liderança que não compreendem e que não os compreende.
Não sei como poderá JCG assumir sozinho a direcção do partido e a direcção do grupo parlamentar.
Lembro-me de JCG, depois de demitir VF e JL, dizer que tinha o apoio de todo o restante grupo parlamentar. Sabe-se agora que mentiu.
É triste que nós, os socialistas madeirenses, em pleno processo eleitoral tenhamos de passar por este caminho escolhido pelo lider.
O beneficiário de tudo isto é claro, é o PSD-M, que estando também em convoluções internas, consegue que os seus problemas sejam ofuscados pelo que se passa no PS-M.
É um dia triste para o PS-M
sábado, abril 18, 2009
É obvio que é uma derrota para Jardim
Então o PSD-M, que anda a transbordar de quadros, não foi capaz de indicar uma senhora que pudesse garantir a permanência de um deputado madeirense no parlamento europeu?
É evidente que o PSD-M não tem nenhuma força negocial com esta liderança.
Aqui está mais uma oportunidade para o PS-M tornar claro que Alberto João Jardim quer que os madeirenses elejam para primeira ministra uma senhora que para além do endividamento Zero nada fez pela Madeira, e AJJ quer que os madeirenses votem nuns deputados que não têm nenhum poder negocial junto do seu grupo parlamentar, como aliás já é evidente neste momento.
sexta-feira, abril 17, 2009
Madeira corre o risco de não ter nenhum eurodeputado
Assim sendo o único representante seguro das regiões autónomas portuguesas é o deputado dos PS a ser eleito pelos Açores, Luís Paulo Alves.
Existe também uma hipótese remota de Emanuel Jardim Fernandes vir a ser deputado europeu, na hipótese de Elisa Ferreira e Ana Gomes ganharem as eleições autárquicas em que estão envolvidas.
É urgente garantir um circulo eleitoral para ambas as regiões ultraperiféricas portuguesas no quadro das eleições europeias, caso contrário podemos perder uma representatividade que é essencial na defesa dos nossos interesses.
Este assunto deve ser alvo de uma reflexão muito séria. Perder um deputado de uma região ultraperiférica é também perder influência junto dos países que têm regiões ultraperiféricas.
Caiu a máscara ao PSD
Bastou a aprovação ontem em conselho de ministros de medidas de levantamento de sigilo bancário e aumento de tributação para rendimentos não justificados para vir o PSD dizer, "ai ai ai, ai ai ai, que não pode ser".
Como era de esperar o interesse do PSD no combate à corrupção era meramente instrumental e nada tinha de convicto. Servia para tentar atacar politicamente o governo, mas como se viu, à primeira efectivação de medidas recuaram em toda a linha.
P.S. - Foi bonito saber que a PJ avisou os senhores do PSD, que estavam à frente do BPN, que iria ter inicio a Operação Furacão, permitindo que estes despachassem todos os documentos comprometedores para Cabo Verde.
quinta-feira, abril 16, 2009
Crime de Enriquecimento Ilícito
"(...) a consagração desta nova incriminação suscita problemas, designadamente no que respeita ao princípio da presunção da inocência. (...)
Mas este problema (...) tem sido ultrapassado nos países que consagraram esta incriminação da seguinte forma: o Ministério Público mantém o dever de fazer a prova dos elementos do crime, isto é, dos rendimentos lícitos do político, do seu património e modo de vida e da manifesta desproporção entre aqueles e estes e ainda de um nexo de contemporaneidade entre o enriquecimento e o exercício das funções políticas. Se o Ministério Público não provar todos estes elementos do crime, não se pode punir o político. Se o Ministério Público provar todos estes elementos do crime, então o político deve ser punido, porque se verifica o referido perigo de o enriquecimento do político provir de crimes cometidos no exercício de funções.
O político não tem de fazer qualquer prova, mas pode destruir a prova da acusação, mostrando que os seus rendimentos lícitos são mais elevados, que o seu património e modo de vida são mais modestos ou que o enriquecimento não é sequer contemporâneo do exercício de funções políticas.
Assim se compreende que esta incriminação esteja prevista na convenção das Nações Unidas contra a corrupção e em diversos ordenamentos jurídicos, como o francês, onde está associada ao enriquecimento injustificado de pessoas no âmbito da criminalidade sexual e patrimonial. Também Portugal deve dar este passo fundamental no sentido de um combate mais eficaz à corrupção dos políticos."
Desafios de Duarte Gouveia
Já agora a resposta é Eduardo Alves da Costa (com a ajuda do amsf).
Boas noticias II
O ministro da Presidência afirmou hoje que a proposta do Governo para o combate à corrupção derroga garantias referentes ao sigilo bancário com sentido de "proporcionalidade" entre a eficácia da administração fiscal e os direitos dos contribuintes.
No final da conferência de imprensa, após a aprovação deste diploma em Conselho de Ministros, Pedro Silva Pereira frisou que o objectivo do Governo foi avançar com uma iniciativa que "permitirá à administração fiscal o acesso directo a contas bancárias, em derrogação de garantias actualmente existentes e que estavam associadas ao sigilo bancário".
"O Governo também fez com que deixem de existir direitos de recurso com efeitos suspensivos, que actualmente os contribuintes têm", acrescentou.
in SIC
Boas noticias
1. Proposta de Lei que aprova medidas de derrogação do sigilo bancário e de penalização fiscal agravada do enriquecimento patrimonial injustificado de especial gravidade
O Governo aprovou hoje, na generalidade, para consultas, uma Proposta de Lei que contempla um regime de tributação agravada, a uma taxa de 60%, do enriquecimento patrimonial injustificado, de valor superior a 100 mil euros, sem correspondência com os rendimentos constantes das declarações fiscais.
Em caso de suspeitas fundadas deste facto, cria-se um regime simplificado de acesso à informação bancária do sujeito passivo, por via de despacho fundamentado do Director Geral dos Impostos.
Permite-se, todavia, que o contribuinte possa eximir-se da taxa agravada através da justificação dos rendimentos obtidos.
Prevê-se, ainda, que nos casos em que haja indícios de infracções penais, nomeadamente em matéria de corrupção, os factos apurados sejam objecto de comunicação ao Ministério Público.
A felicidade tem olhos negros
A felicidade tem nome, Dinis. É o meu filho que tem apenas 24 dias, 51 cm e atingiu ontem os 3kgs.
Pouca fé
Tendo o PSD-M o apoio eleitoral que tem, e tendo a igreja a influência que tem, porque razão não poderá ser o JM viável com as mesmas condições que outros meios de comunicação social madeirenses são?
Sei que muitos dos jornalistas do JM são profissionais competentes e com certeza não se deve a eles a inviabilidade do JM num mercado aberto e com concorrência.
Também é verdade que o PSD já se atreveu a fazer essa experiência de viver no mercado da comunicação social, através do Noticias da Madeira, em concorrência e sem subsídios e o resultado foi o que se viu. BURACO.
Estes empresários da treta só valem alguma coisa com o dinheiro dos contribuintes a lhes aparar as asneiras, caso contrário seriam uns patas rapadas, tanta é a sua incompetência.
Deixem de gastar o nosso dinheiro com propaganda eleitoral e resolvam os muitos problemas que os madeirenses ainda têm, a começar pelos problemas da pobreza, alcoolismo, educação em que sistemáticamente somos postos na cauda do País.
Vergonha de governantes, é o que temos.
Os números do turismo são preocupantes
Já se previa que alguns mercados emissores fortemente afectados pela crise, como é o caso do Reino Unido, viesse a ter um impacto significativo nas contas do turismo em Portugal, e assim foi.
Também se sabia que os destinos mais distantes deveriam ser mais fortemente afectados, e mais uma vez confirmou-se, uma vez que a Madeira foi mais afectada que as outras grandes regiões de turismo em Portugal, nomeadamente Lisboa e Algarve.
Mais uma vez os nossos governantes, no caso a Secretária Regional do Turismo, perante uma queda de quase 30% nos proveitos diz que nada se passa. É com esta inércia e com a negação da realidade que vão resolver os problemas? Não me parece.
Para agravar ainda mais a situação no que diz respeito às taxas de ocupação, desde o inicio do ano que só no Funchal abriram mais 3 grandes estabelecimentos hoteleiros, a saber: Pestana Promenade, Meliã e Four Views Baia (antigo São João), que no global acrescentam mais de 500 camas ao mercado regional.
Tal como já tinha escrito há uns tempos atrás este não é tempo de abrir novas unidades hoteleiras, é sim tempo de remodelar unidades antigas e aumentar a qualificação dos profissionais de hotelaria.
Veremos por quanto tempo o governo regional do PSD-M se manterá nesta assustadora passividade.
quarta-feira, abril 15, 2009
Explica muita coisa...
Fazem de conta que não percebem
Além do facto de poderem existir muitos mamões que por via do JM e por via das baboseiradas que escrevem receberem uns trocos para compor os seus parcos salários de acessores.
Tenham vergonha. Se a Madeira tem um problema de pluralismo de informação isso deve-se ao PSD-M que tudo tenta controlar através de pressões financeiras e politicas.
Bem vinda a lei que pôe um travão a estes abusos.
Deflação à vista II
Como se pode ver no gráfico acima a desaceleração da economia madeirense tem sido bem mais acelerada que no restante país, agravada pelo facto da inflação na Madeira ser mais alta que no resto do país quando a inflação estava mais alta mas tendo caído numa situação de queda generalizada de preços conforme a crise se foi agudizando.Nos Açores, e apesar de a inflação também estar a diminuir(ver gráfico abaixo), esta situou-se em Março nos 2%, mantendo-se a média dos últimos 12 meses notavelmente estável à volta dos 3%, denotando o estado mais saudável da economia Açoriana comparando com a Madeirense.
Tragicomédia

Hoje lembrei-me do Sr. Muhammed Saeed Al-Sahaf que foi o Ministro de Informação de Saddam Hussein. Em Março de 2003, os americanos estavam prestes a invadir Bagdade e derrubar aquele regime odioso. Todos viam o que iria acontecer. Ficaram famosas as intervenções públicas do Sr. Al-Sahaf. O homem era um indefectível de Saddam e vivia num mundo só dele, produzindo uma verdadeira tragicomédia pública. Aqui ficam algumas das suas frases.
"A minha análise inicial é que os vamos matar a todos."
"A situação é excelente, eles vão tentar se aproximar de Bagdade...e eu acredito que é ai que os vamos enterrar."
Títulos que transportam uma imagem de força
terça-feira, abril 14, 2009
Deflação à vista
Em Março houve mesmo um agravamento desta tendência negativa, tendo-se situado a inflação homologa em -1,6%.
Neste aspecto, como noutros, estamos piores que no resto do País onde a inflação homologa em Março foi de "apenas" -0,4%, e foi ligeiramente positiva nos outros dois meses.
Por tudo isto, torna-se evidente a irresponsabilidade do Vice-Presidente do Governo Regional, Cunha e Silva, ao afirmar que na Madeira não era preciso tomar nenhuma medida especial porque atempadamente tinha sido feito o trabalho de casa. Vê-se.
Tal como foi irresponsável o secretário das finanças ao ir de férias para a Austrália, deixando a Madeira entregue à sua sorte numa altura que era exigível dos nossos governantes que dessem o seu melhor para resolver uma situação que é grave em todo o mundo mas que ainda é pior se não houver as medidas adequadas para proteger os mais indefesos, como é o caso dos desempregados e dos pequenos empresários.
Volto a afirmar, só comparando os resultados governativos podemos aferir quem melhor governa. E o PSD na Madeira em oposição ao PS nos Açores e a nível nacional tem mostrado que tem sido menos capaz de resolver os problemas das populações que representam. Vai-nos valendo as medidas de protecção social que em grande escala também têm ajudado os madeirenses. Se estivéssemos à espera do PSD-M estávamos ainda mais perdidos.
segunda-feira, abril 13, 2009
Equívocos
Sugestão de leitura: O Ambientalista Céptico

Este livro de Bjorn Lomborg é um exercício notável de separar os mitos da realidade.
Em geral acreditamos que vivemos num mundo pior e mais poluído que os nossos pais e que deixaremos um mundo ainda pior para os nossos filhos, no entanto essa percepção, podendo corresponder à verdade em algumas partes do mundo está longe de corresponder ao panorama geral.
O mundo em que vivemos conseguiu no espaço de muito poucas gerações dar condições de vida a mais pessoas do que em qualquer outra época na história. Durante o último século a população do mundo duplicou, não porque nos estejamos a reproduzir como coelhos mas porque deixamos de morrer como moscas.
Por fim o autor analisa os custos e resultados esperados do protocolo de Kioto na redução da temperatura global, argumentando que esse dinheiro seria muito melhor empregue para melhorar os sistemas de abastecimento de água e saneamento básico nos países em desenvolvimento, permitindo poupar muitas mais vidas do que gastando 5 triliões de dólares apenas para atrasar o aquecimento global em 6 anos.
Sem dúvida um livro a ler, nem que seja para ter acesso ao contraditório dos defensores do fim do mundo.
P.S. - a este propósito vale a pena ver a apresentação de Bjorn Lomborg nas conferências TED Talks.
domingo, abril 12, 2009
Por um PS democrático, livre e com futuro
Parece-me que num contexto democrático um partido político que pugna pela pluralidade e pela defesa da cidadania no seu seio, é um partido moderno, um partido com futuro.
Eu gosto de ouvir. E pondero sobre as críticas que me fazem. Não as entendo como pessoais e procuro perceber as suas motivações. Partindo sempre do princípio que estou a lidar com pessoas sérias.
Compreendo que este debate, quando não é feito no momento próprio, possa ser entendido como forma de trazer debilidade à expressão pública da linha partidária.
Percebo e concordo que o debate político deve ser organizado com forma de trazer riqueza ao processo de definição programática e de tomada de decisão do PS. Não concordo que a discussão se dê exclusivamente nos órgãos do Partido. Acho esse entendimento redutor daquilo que deve ser um processo dinâmico e aberto de reflexão e discussão ideológico-política, incentivando a participação de militantes, aderentes e não filiados, sobre os temas que entendam discutir.
Há aqui um equilíbrio que temos de conseguir. Da minha parte estou, como sempre estive, disponível para participar na acção política de um PS livre, democrático e que viabilize formas de discussão organizada, enriquecedora e politicamente proveitosa. É, pois, necessário que os dirigentes do PS façam um esforço para respeitar as opiniões diferentes e promover um debate franco e aberto à reflexão e ao enriquecimento das decisões.
à margem
Sem comentários.
PS: más prácticas
2. O apoio de Sócrates a Durão Barroso é lamentável. Razões nacionais o tanas. O cúmulo da incoerência. Mais valia estar calado!
sábado, abril 11, 2009
Para memória futura...II
Para memória futura...
"Um conjunto de dossiers estão a ser elaborados para servir de suporte da campanha eleitoral dos candidatos do PS-Madeira à Assembleia da República, onde, ao que tudo indica, o responsável pela pasta do Turismo poderá surgir em plano de destaque, embora esse propósito tenha esmorecido com a possibilidade de João Carlos Gouveia indicar dois independentes de grande prestígio intelectual e académico, como fez questão de pôr a circular." no Diário
Bernardo Trindade
sexta-feira, abril 10, 2009
Centro Internacional de Negócios da Madeira
Só faltou relembrar como é que querem que o CINM seja atractivo e o PSD na Madeira aumentou as taxas de funcionamento das empresas instaladas em 33% ???!!!
O fim das eras
Da mesma forma que o ser humano deixou de usar as pedras como instrumento por ter arranjado um substituto melhor, no caso o metal, assim também a humanidade deixará de usar o petróleo assim que surjam melhores alternativas, quer em termos de potencial energético quer em termos de preço.
quinta-feira, abril 09, 2009
Sugestão

A invenção de Morel foi publicado originalmente em 1940. Narrado em primeira pessoa por um fugitivo da justiça, como um diário deixado ao futuro, conta a história de sua busca por esconderijo e salvação numa ilha deserta. Esta já fora habitada, tinha algumas construções abandonadas e era considerada foco de uma enfermidade terrível, que "matava de fora para dentro". Lá encontra máquinas misteriosas e um grupo de turistas, que se diverte sem tomar conhecimento de sua presença. O refugiado apaixona-se por uma das mulheres do grupo e então descobre Morel, inventor de uma máquina de imagens que reproduz realidades passadas.E aqui começa o mistério, a alternância entre alucinação e realidade. A Invenção de Morel é um romance fantástico e um romance de aventuras, mas também uma reflexão em torno das fronteiras da realidade, em torno do amor e da imortalidade.
Imprensa Regional
E Gilberto teixeira no Jornal: "(...) diário que se reclama de independente e com informação plural “isenta e rigorosa”. Um “bluff” de bradar aos céus, pior que no tempo das notícias feitas com tesoura, pincel e cola”."
E novamente Ricardo Oliveira: "Este articulista não escreve de borla no gratuito mais caro do mundo. Mas se não perceberam a revolta, lembrem-se do que vai acontecer a 15 de Abril!!! O desespero atrofia-lhes a pena. Com o beneplácito da Igreja, detentora do título que alberga o serviçal."
Eleições Europeias II
Isto vai acabar mal IV
Acho que nem vale a pena comentar.
Isto vai acabar mal III
e a notícia abria assim: "João Carlos Gouveia anunciou, ontem, no encerramento do XI Congresso da Juventude Socialista da Madeira (JS-M), que o partido vai coligar-se com a JS-M nas eleições europeias, nacionais e autárquicas de 2009."
O que é que veio a acontecer?
"Pela primeira vez a região não tem representação da JS na lista." hoje no site da RTP.
Isto vai acabar mal II
Todos estes acontecimentos protagonizados por João Carlos Gouveia vão passando para a opinião pública a ideia de que o presidente do PS-Madeira não honra os seus compromissos. O que é mau para a credibilidade do próprio e, consequentemente, para a imagem do PS.
Relembro a propósito as declarações de Jaime Leandro ao Diário: “O presidente tem uma responsabilidade fulcral, tem de dar o exemplo, não pode andar a dar tiros nos pés, tem de saber o que quer e não pode mudar de opinião e de equipas todos os dias.”
Eleições Europeias
Mas estará Emanuel num lugar elegível, como assegura o Diário?
No estudo da ciência política há um divisão entre eleições mais importantes e menos importantes, isto do ponto de vista do eleitor médio. São mais importantes as que servem para eleger quem vai governar o país e menos as outras. De acordo com esta teoria as "europeias" são consideradas eleições de segunda ordem. Sobre este tema, um estudo de André Freire concluí que:
1. Pequenos partidos tendem a ser recompensados em eleições de segunda ordem (em comparação com eleições de primeira ordem);
2.Grandes partidos tendem a ser punidos em eleições de segunda ordem;
3. Partidos no governo tendem a ser mais punidos, especialmente se as eleições de segunda ordem se dão a meio do ciclo das eleições de primeira ordem.
Ora, a conjugação de todos este factores prejudica o PS.
Nas Europeias de 2004,Portugal elegia 24 deputados e o resultado foi o seguinte:
PS: 46,32% - 12 eleitos
Força Portugal (PSD + PP): 34,64% - 9 eleitos
CDU: 9,46% - 2 eleitos
BE: 5,12% - 1 eleito
Emanuel Jardim Fernandes foi eleito directamente ao PE.
Nesta Europeias, Portugal só elege 22 deputados e para conseguir eleger 11 deputados o PS teria que atingir um resultado igual ao que lhe garantiu a maioria absoluta nas eleições legislativas de 2005, i.e., cerca de 46%.
Porém a última sondagem que tive acesso dava o seguinte resultado (31/3/09):
PS: 39,6% (39,0%)
PSD: 29,6% (28,3%)
BE: 9,6% (10,4%)
CDU: 9,4% (9,6%)
CDS-PP: 7,0% (7,7%)
OBN: 4,8% (5,0%)
Com estes dados, a repetição de uma maioria absoluta do PS nestas Europeias não parece ser um cenário realista.
A se repetirem estes resultados o CDS assegurava 1 deputado, a CDU 2 e o BE outros dois, num total de 5 deputados. Sobram 17 deputados para serem disputados entre o PS e PSD.
Mesmo sem fazer a simulação, parece ser possível ao PS eleger 9 deputados. Mas se se verificarem os factores descritos supra e que caracterizam a reacção do eleitor médio nas eleições de segunda ordem, pode ser que o PS se fique pelos 8 deputados. Portanto, parece que o PS elegerá entre 8 a 9 deputados ao PE.
Assim, a eleição directa de Emanuel Jardim Fernandes ao PE parece ser um cenário muito pouco realista.
E mesmo para chegar ao PE, através de substituição de outros, o Partido Socialista terá de conseguir superar os factores das eleições de segunda e eleger 9 deputados e ainda há que esperar pela vitória [difícil] de Elisa Ferreira para a Câmara do Porto e a quase impossível conquista da Câmara de Sintra por Ana Gomes.
Deste modo, o PS deveria ter garantido um lugar à Madeira até o 9.º lugar, isso sim seria, nas actuais circunstâncias, um lugar elegível e um sinal de respeito pela Madeira, pelo PS-Madeira e por EJF.
quarta-feira, abril 08, 2009
Política fiscal no Funchal
O que é verdadeiramente importante na fixação da taxa do IMI, é que este é um imposto directo que onera o orçamento familiar. Ora, as famílias funchalenses já estão a comprar a sua casa a preços exorbitantes, já têm que suportar um método de funcionamento errado num Porto Comercial que torna os produtos que consomem mais caros, já pagam transportes públicos e parques de estacionamento com preços muito altos, e, consequentemente, são as famílias que têm menor poder de compra do País.
Há ainda que ter em consideração que a reavaliação dos imóveis segundo as novas regras do CIMI fez o valor patrimonial destes subir exponencialmente.
E como a taxa de IMI é calculada sobre o valor patrimonial do imóvel, essa operação fez com que a receita proveniente do IMI no concelho do Funchal crescesse em apenas três anos - de 2003 a 2006 - cerca de € 4.500.000 (cerca de 900 mil contos) para € 8.200.000 (um milhão e 600 mil contos), ou seja quase duplicou.
Perante esta situação de aumento exponencial de receitas provenientes de IMI e a crescente dificuldade das famílias funchalenses, a oportunidade que é dada à CMF para a fixação deste imposto devia ser aproveitada para desagravar, o peso do fardo financeiro e fiscal que as famílias funchalenses já suportam, nomeadamente as que já pagam uma prestação mensal à banca pela aquisição da sua habitação.
Por outro lado, é preciso ter presente que o Pr. da CMF e o Pr. do Governo Regional têm-se multiplicado em ataques ao Governo da República acusando-o de prejudicar a vida dos portugueses através do aumento do fardo fiscal. No entanto, quando tem a oportunidade de provar que as suas palavras não passam de demagogia fácil, pasme-se, não apresentam propostas que visem diminuir esse fardo fiscal.
Na verdade as propostas que a vereação PSD fez aprovar em sede de IMI, não visaram a diminuição do fardo financeiro que os funchalenses têm de suportar, mas sim a obtenção do máximo de dinheiro que for possível exigir aos funchalenses.
É a aplicação do “princípio Robin do Bosques” ao contrário, pois aqui tira-se aos pobres para dar aos ricos.
terça-feira, abril 07, 2009
Angola
A consequência é uma explosão da presença de portugueses no país e o boom nas remessas destes emigrantes para Portugal. Em 4 anos o volume das remessas triplicaram e só de 2007 para 2008 cresceram 47,3%, atingindo 70,9 milhões de euros.
Política é ali ao lado
Aqueles que esperam um posição do presidente do maior partido da oposição na Madeira sobre assuntos políticos, bem podem desesperar. A estratégia parece ser um silêncio fúnebre sobre assuntos políticos. Diz que é uma espécie de política sem política.
Acontece que em política, o gesto de proferir as palavras adequadas no momento certo, tomado uma posição firme, coerente e fundamentada, constitui a mais elevada forma de acção política. Quem se abstêm de tomar posição na esfera pública, lutando pelo bem comum, não fazendo uso da sua capacidade de pensar e de falar com os cidadãos, desaparece para estes. Politicamente é como se não existisse.
Mas se fizermos uma revisão dos últimos dois anos, facilmente concluímos que o debate político foi assegurado, quase na totalidade, por Carlos Pereira, Víctor Freitas e André Escórcio.
Retalhos de uma purga saloia
Na senda da purga interna levada a cabo no PS-Madeira foram sumariamente afastados dos seus cargos o presidente do Grupo Parlamentar, Víctor Freitas, e o Secretário-Geral, Jaime Leandro.
Na altura foram colocados a correr boatos que colocavam em causa a honrabilidade de Jaime Leandro. Na mesma altura em estava a trabalhar fora da Madeira, mas uma "fonte" bem colocada telefonou-me a "explicar" que tinham acontecidos "coisas graves" e deu exemplos. Pareceu-me logo uma história muito mal contada. O Jaime é um quadro do Tribunal de Contas e até por "defeito" profissional não se enquadra no "aldrabão" que me quiseram vender. Eu disse que transmitisse ao seu chefe que não era assim que se procedia com os nossos camaradas. Que as divergências políticas são normais, mas não deve ser os dirigentes do Partido a arrastar pela lama o nome dos seus camaradas alastrando esses boatos difamatórios. Quando cheguei à Madeira fui a uma Comissão Regional onde o Jaime Leandro explicou, e provou com documentos, que os boatos que corriam sobre a sua gestão eram falsos.
Na edição de hoje do Diário, uma "fonte" que se demonstra estar por dentro da contabilidade do PS e do Grupo Parlamentar, usa exactamente a mesma estratégia contra Víctor Freitas.
A purga saloia continua. Como se fosse difícil perceber quem são as "fontes" destes boatos, quem tem interesse em eliminar politicamente o Jaime e o Víctor. E, na sua "visão estratégica" de perpetuação no poder, lá vão lançando o nome de camaradas na lama e denegrindo a imagem do Partido Socialista.
Nesta altura devo estar uma "lista negra" de criação de boatos. Mas não será isso que me fará recuar na minha solidariedade para com o Víctor e o Jaime e no combate por um Partido credível e onde estas purgas não tenham lugar.
Tenham medo, muito medo...
segunda-feira, abril 06, 2009
Se não louco....
Durante a preparação do Euro 2004 um dos estádios propostos era na Madeira. Alberto João Jardim recusou pela simples razão de ser uma iniciativa de um governo do PS. O que ele agora argumenta não corresponde à verdade.
É certo que o estádio teria que ter 30.000 lugares para receber o Euro 2004, mas poderia ser feito usando - em parte - bancadas amovíveis que seriam retiradas depois de terminado o Europeu. Como aconteceu em Leiria ou no Bessa.
Se Alberto João Jardim fosse responsável teria aproveitado a oportunidade para fazer um bom estádio que servisse o Marítimo e o Nacional. As vantagens dessa opção são óbvias. Do ponto de vista:
- Político: Fechava de vez a questão.
- Promocional: Colocaria a Madeira no palco mediático mundial, numa promoção sem preço.
- Económico: Teria encaixado os retornos imediatos do evento.
- Financeiro: Teria poupado dinheiro ao erário público porque financiar um estádio é sempre mais barato do financiar dois estádios.
- Planeamento do território: evitava que se multiplicasse duas estruturas que têm o mesmo fim, num espaço com uma densidade populacional tão elevada como é o Funchal.
- Custo de manutenção - as despesas de manutenção do estádio divididas pelos dois clubes reduziria o esforço financeiro, que em última analise é feito - outra vez - pelo erário público.
Se isto não é loucura, é certamente gestão danosa.
Fugir à realidade V
João Carlos Gouveia - líder do PS-Madeira
09/11/2008 lido aqui.
Por cima de nós, não!
Infelizmente constato que o Presidente do PS-M organizou uma acção de rua em Santa Maria Maior e anunciou que o candidato à Junta de Freguesia seria "um candidato que "merece ser presidente da Junta de Freguesia", que é "um exemplo" e que é um defensor de uma mudança de regime na Madeira. E pouco depois, ao mesmo jornalista do DN, uma "fonte do PS", confirmou que "era do presidente da concelhia socialista do Funchal de que falava o presidente do partido."
Que eu saiba a Secção de Freguesia de Santa Maria Maior ainda não se tinha pronunciado, nem o Secretariado da Concelhia, nem foi discutido em sede de Comissão Política. Apesar de defender que Guido Gomes será um bom candidato, constato um inexplicável desrespeito pela Concelhia do Funchal.
Na última reunião que tivemos na Concelhia a frase que mais se ouviu da parte dos Coordenadores de Freguesia foi: "Desta vez eu não quero conhecer os candidatos pelo Diário!"
Parece que a vontade da Concelhia do Funchal não vai prevalecer, nem respeito pelos estatutos ou pelos membros dos órgãos concelhios. Parece que há que pense que as Concelhias devem ser receber instruções de cima, ou devem ser teleguiadas por fora, quais fantoches ao serviço de uma "visão estratégica" para as eleições de 2011.
Comigo não contam para ver a Concelhia do Funchal ser desautorizada, ultrapassada, ver os meus camaradas saberem dos candidatos autárquicos pelo DN e estar calado!
P.S. - E nem vale a pena tentarem manipulações primárias das minhas afirmações, mantenho o meu apoio ao Guido se for o candidato e reprovo o desrespeito pela Concelhia. E uma afirmação não colide com a outra, são coisas bem distintas.
Força Guido!
Muito bem. Lá estaremos lado-a-lado com o camarada Guido nesta luta. Acho que ninguém conhece Santa Maria Maior melhor do que o Guido Gomes. Na última reunião de Concelhia que eu participei disse e reafirmo aqui: "Eu gostava de ter o Guido como presidente da minha Junta de Freguesia."
Uma palavra de apreço pelo esforço e dedicação do Duarte Gouveia, do Sérgio Rodrigues, do Juvenal e da Margarete na Assembleia de Freguesia de Santa Maria Maior durante estes 4 anos.
Afinal as eleições são importantes, agora só falta a honestidade
Mas o que João Carlos Gouveia não pode fazer é insistir em comparar o que não é comparável. As eleições deste ano são Europeias, Autárquicas e finalmente as Legislativas Nacionais. Não haverá eleições Legislativas Regionais. Portanto, não pode haver comparação com os resultados das Regionais de 2007.
Os resultados, para o PS-Madeira, destas Eleições Europeias terão de ser comparados com o das últimas Europeias. Isto quer dizer que o PS-M terá de eleger directamente um deputado a Parlamento Europeu.
Os resultados destas Autárquicas terão de ser comparados com os das Autárquicas de 2005. O mesmo nível de votos e número de autarcas, mesmo que não ganhando nenhuma autarquia.
Os resultados das legislativas Nacionais, para o PS-M, serão comparados com os de 2005, ou seja o PS-M tem de eleger 3 deputados à Assembleia da República.
domingo, abril 05, 2009
Se isto é uma estratégia...
Nada mais errado.
As eleições autárquicas são fundamentais para o PS-Madeira pois são estas que garantem a implementação do partido a nível local e mantêm a nossa proximidade e ligação com a população. É nos autarcas que as pessoas se sentem representadas. São aos autarcas que as pessoas interpelam na rua.
Se nas Autárquicas, o PS ver o número de seus autarcas diminuir esse facto terá como consequência o enfraquecimento do Partido. Não só na sua representatividade, mas também na proximidade com as pessoas e na capacidade de poder construir uma alternativa política ao PSD.
Mas como podem os autarcas se sentir motivados quando o presidente do seu Partido lhes diz que as eleições que vão disputar, em condições tão difíceis, não são importantes?
Se isto é uma estratégia, então isto vai acabar mal.
Falar a Verdade II - Correcção
Na verdade, Miguel Mendonça, o presidente da Assembleia Legislativa da Madeira veio publicamente afirmar que discorda profundamente da visão de Cavaco Silva sobre este tema.
Tudo o resto que é dito no post, nomeadamente que o PSD-M ajudou e deu força ao maior anti-autonomista do País continua a ser verdade, e o ataque do PSD-M a Vital Moreira e Jorge Miranda por serem anti-autonomistas continua a acertar fora do alvo principal.
Dúvidas
Pode algum general ganhar uma guerra sem sequer ser capaz de mobilizar tropas para as batalhas? Pode algum general imaginar sequer pensar em ganhar sem ser capaz de motivar os seus homens? Pode algum general pensar em vitória apresentando um discurso ora derrotista ora zigzagueante?A grande "visão estratégia"
Ora, esta "visão estratégica" bate de frente com a realidade. E a realidade é que o PS tem a sua base eleitoral no Funchal, Santa Cruz e Machico. Estes 3 concelhos representaram nas eleições de 2000 cerca de 68% da votação no PS e em 2004representou cerca de 71% da votação socialista.
Só o Funchal - que te mais de 100.000 eleitores - foi responsável em 2000 por 41% da votação do PS (27.290 votos) e em 2004 aumentou para 44% (37.751 votos). Santa Cruz representou cerca de 14% e Machico cerca de 13% da votação no PS.
Como é que se ganha uma Regionais desvalorizando Funchal e Santa Cruz, onde estão cerca de 58% dos votos do PS?
Dossier de imprensa e o debate em democracia
O debate em democracia é sempre de salutar. E o respeito pelas opiniões contrárias uma regra sagrada. Por isso, não posso deixar de dar relevo esta afirmação do jornalista Ricardo Oliveira: "(...) no programa da RTP-M tudo faremos por ser autênticos, a dizer o que nos vai na almas, por muito que custe aos que têm por hábito estigmatizar todos quantos não fazem o frete e o discurso da conveniência, por muito que as nossas opiniões sejam classificadas como "discussões sistemáticas", "acusações absurdas e patéticas, quando se esperava serenidade e seriedade das pessoas, quando se trazem números para a praça pública previamente seleccionados mas se escondem as verdades, nada mais tenho a dizer".
Os jornalistas sérios só têm acordo com a verdade."
Fugir à realidade II
Por razões óbvias eu defendo há muito que o Funchal deve ser sempre a "aposta principal". E como militante do PS no Funchal e membro da Concelhia não posso me sentir motivado por uma Direcção que não coloque o Funchal em primeiro lugar, reconhecendo a sua natural importância política. É um erro político.
Se toda a trapalhada que caracterizou este mandato já torna difícil a auto-motivação, com esta desclassificação do Funchal será ainda mais difícil motivar as pessoas a fazer um campanha séria pelo PS.
Mas o nosso lema é: nunca desistir! A situação é difícil e somos uma aposta secundária para esta Direcção. Mas vamos nos bater com a mesma energia e imaginação pela credibilização do PS no Funchal.
Falar a verdade III
Assim é que é. Não basta ficar pelas palavras. É preciso acção.
Falar a Verdade II
Cavaco Silva, mostrando que ainda não digeriu o facto de ter sido contrariado neste ponto, pela Assembleia da República, volta hoje ao tema numa entrevista ao expresso, puxando pelos seus conhecidos galões de centralista.
O que diz o PSD-M desta questão?
Zero. Apenas diz que Vital Moreira e Jorge Miranda são anti-autonomistas, querendo que os madeirenses esqueçam que o PSD-M colocou na presidência o maior anti-autonomista deste país.
Cada um fica com o seu cunhão de responsabilidades e neste caso o PSD-M tem de assumir que apoiou e deu força a um inimigo das autonomias.
sábado, abril 04, 2009
O elementar da democracia
Mas se pensam que com insinuações, mentiras e manipulações tolas das minhas afirmações me condicionam, estão enganados. Não me conhecem. Na minha consciência ninguém manda e a mim ninguém me cala.
Fugir à realidade
Far-se-á o balanço, com calma. E veremos que não cumpriu com a esmagadora maioria das suas promessas. Ele sabe que os militantes sabem, que ele sabe que nós sabemos que foi assim.
Por isso anda numa fuga para a frente. Desta vez falando das eleições de 2011. E fazendo de conta que as promessas não foram feitas, que estes dois anos não existiram e que não existem 3 eleições em 2009. Mas a realidade não foge, por mas que tendem evitá-la.
O seu alheamento em relação a realidade é de tal ordem que o PS foi o único partido que não reagiu às afirmações do Presidente da República sobre o Estatuto dos Açores. Absolutamente extraordinário!
Refresh
As promessas foram várias. Desde garantir maior autonomia à federação, constituição de grupos de trabalho locais, gabinete de estudos, combate à corrupção, etc. Passaram dois anos e qual o balanço?
Fica o desafio. O resto são estórias.
sexta-feira, abril 03, 2009
Sugestão de leitura

UMA CONSPIRAÇÃO DE ESTÚPIDOS
Um livro muito divertido. A personagem principal é o Ignatius J. Relly,que é um tipo obeso, mesquinho, teimoso, insolente, preguiçoso, indulgente consigo próprio mas irascível e intolerante com os outros, racista, pedante, etc. Que atira sempre para os outros, de forma obsessiva, a culpa dos seus erros e frustações desculpabilizando-se com as suas interpretações ridículas das acções dos outros. Um grande livro.
As caçadeiras de canos serrados...
Mas se o objectivo for apenas caçar, as caçadeiras de canos serrados dão uma pica do caraças.
Miguel Albuquerque
Numa terra onde muita gente se vende por um lugar num qualquer lista, esta é uma atitude positiva.
Não posso, em consciência, deixar de considerar positivo a manutenção de Bruno Pereira, como candidato na lista do PSD. É uma atitude da mais elementar justiça. E politicamente inteligente.
Falar a Verdade
O PSD e CDS quando estiveram no governo defendiam um tecto máximo de contribuições à segurança social, obrigando os maiores contribuintes a desviar o dinheiro para os sistemas privados, descapitalizando de forma irreversível o sistema de segurança social português.
Essa nunca foi a opção do PS, que preferiu mexer na idade da reforma, nas contribuições feitas e nos valores retribuídos, permitindo que o sistema voltasse ao caminho da sustentabilidade.
Agora que os portugueses se apercebem que a opção fatalista do PSD e CDS não era a única e que a opção de esquerda é muito mais justa, vem o PSD, através da sua líder, hipocritamente negar que defendeu a privatização do sistema de segurança social.
Isto não é falar a verdade. Isto é mentir com os dentes todos.
P.S. - O deputado social democrata madeirense, Hugo Velosa, contrariando o que diz agora MFL, diz que o PSD não se compromete com nenhuma solução e que mantém aberta a porta para a entrega parcial do sistema de segurança social aos privados.
P.S. 1 - Um sistema de segurança social que mantém todos dentro do sistema, ricos e pobres, permite atenuar as desigualdades também no sistema de segurança social. Os socialistas não poderiam defender nada diferente.
Já me pediram de tudo
Depois, pediram-me para estar e opinar.
Agora, apenas me pedem silêncio.
Está cada vez mais difícil.
Eu não ando à boleia - post final
Lembram-se do célebre "Código de Conduta" do "Novo PS" - plágio do "New Labor", no "Novo PS" de Gouveia tudo é imitação, o seu incongruente programa é um conjunto de plágios doutrinais incoerente e desestruturado - lembram-se? Pois ele aí está outra vez nas declarações que João Carlos Gouveia tem feito à comunicação social. Quem não concordar com ele, deve afastar-se, diz, ele que nunca concordou com as sucessivas direcções do PS e nunca se afastou nem foi afastado.(...)
Mas quem é que João Carlos Gouveia julga que é, que passado socialista que se recomende, que visão de pluralismo tem para decretar quem deve ou quem não deve estar no PS?
Que João Carlos Gouveia não tem idoneidade democrática para liderar o PS, isso é óbvio.
Aspirante a ditador sem doutrina, autocrata sem rumo, tiranete sem domínio, logra alcandorar-se à posição máxima de um partido graças a jogadas de bastidores e ao arrepio das mais elementares regras democráticas e pretende ditar a quem é quem. (...)
Mas João Carlos Gouveia manda os estatutos às malvas e aplica informalmente o seu "Código de Conduta", declara o "Estado de Sítio" e proíbe a divergência; 'ab roga' o Congresso e impõe a Convenção.(...)
Para depois de uma alegre boleia de avião a "convite do Presidente do PS", renascer como um feroz defensor do grande João Carlos Gouveia .
Recuso-me a fazer avaliações de tais pessoas,ou dos seus comportamentos, penso que as suas acções são por demais eloquentes.
Mas bem diz o povo, que quem nasce para lagartixa nunca chega a jacaré.
quinta-feira, abril 02, 2009
Tenham calma que deve ser trabalho comunitário
Mas parece que poucos perceberam o que está realmente em jogo.
Eu explico.
Estando Domingos Névoa em grandes dificuldades para pagar o balurdio a que foi condenado por corrupção, ou seja, 5000 euricos, solicitou ao tribunal que arranjasse um trachinho que lhe permitisse ir pagando a dita coima às prestações.
E foi assim que o homem foi para administrador da Braval. Não foi por pouca vergonha de autarcas corruptos nem nada.
Irra que os portugueses vêm conluios em todo o lado. Já chateia.
Eu não ando à boleia IV
Eu não ando à boleia III
Vá lá concretize, refere-se a quê?!
Eu não ando há boleia VI
Serve este último posts sobre taís personangens apenas para relembra que há quem passe de furioso instigador público à guerrilha interna no PS-M contra o presidente: http://www.dnoticias.pt/Default.aspx?file_id=dn04010502250707&id_user=coelhao, para o mais empenhado e indefectível defensor do mesmo presidente: “A legitimidade de João Carlos Gouveia para se (re)candidatar à presidência do PS não só permanece intacta como se reforçou no exercício da liderança”, depois andar à boleia viajar a “convite do Presidente do PS”.
Eu não ando à boleia
Primeiro, defendo que as promessas são para cumprir. Os compromissos são coisas sérias que pessoas sérias devem levar a sério. É um questão de princípio. Se o Primeiro Ministro prometeu não aumentar o IVA, não podia ter feito. Mentiu. E eu manifestei-me contra essa atitude publicamente. Defendo que com atitudes desse tipo, o PS nacional perde a sua credibilidade.
Segundo, a situação do PS-Madeira é muito diferente da do PS nacional, pelo que aquele deve ser ainda mais escrupuloso no cumprimento dos seus compromissos. O PS-M não está numa posição favorável no contexto político regional e senão fizer um esforço de credibilização poderá comprometer as suas hipóteses de ser uma alternativa ao poder instalado e tornar-se assim um partido condenado à oposição, ou seja, não um partido que represente um real alternativa mas um partido marginal.
Por último, a adjectivação do comentador é de mau gosto e pouco própria e as insinuações completamente gratuitas. Não reflecte a forma como fiz o post ao respondi ao comentário inicial. Eu penso pela minha própria cabeça e falo apenas por mim. Não sou político, sou advogado. E não tenho ambições políticas nenhumas. A meu pedido, não fui candidato nas últimas eleições regionais, nem participei nos últimos congressos do PS. Nem estou interessado em participar em nada mais do que cumprir com os mandatos onde me comprometi. Mas sou um cidadão livre e se não tenho medo de enfrentar o poder Laranja e até um processo de Jardim, não me assustará uns comentários mais ou menos truculentos.
Freeport
a) não é normal que a PJ organize reuniões com deputados e jornalistas para produzir uma carta anónima contra um politico. É simplesmente vergonhoso.
b) lembrar que o Ministério Público devia explicar o que aconteceu no processo de Avelino Ferreira Torres. É que os três juízes que o julgaram, afirmam que o MP não levou a julgamento provas da sua culpa. Portanto, ou Avelino era inocente e não devia ter ido a julgamento, ou era culpado e o MP tinha a obrigação de ter um caso consistente e prova suficiente para o condenar.
c) lembrar que que a primeira obrigação do Bastonário da OA é "defender o Estado de direito e os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos e colaborar na administração da justiça».
Segundo, a TVI mostra um DVD onde o Sr. Smith, procurando justificar o paradeiro de dinheiro que os seus sócios lhe confiaram, envolve José Sócrates. Ora, quem tem de provar o que alega é o sr. Smith. Se não o fizer deve-se concluir que está a mentir e se apropriou do dinheiro. É sobre ele que recai o ónus da prova. Até porque não é crível que depois de resolvido o problema, este continuasse a pagar durante mais 2 anos e aos bochechos de 2 ou 3 mil euros. Simplesmente não faz sentido.
Portanto, para o obrigar a se retratar ou a provar que o que alega é verdade, era do interesse de Sócrates avançar rapidamente com a queixa por difamação. Não basta ameaçar.
Cinema na Madeira
P.S.- Ando a tentar ver o Grand Torino à uns tempos mas pelos vistos é um filme que não interessa aos cinemas da Madeira.
quarta-feira, abril 01, 2009
PSD-M contra Cavaco
Os argumentos alvitrados são:
- é um” defensor do actual sistema político-constitucional” e;
- será “intérprete de uma visão centralista e retrógrada dos termos constitucionais das Autonomias Política insulares”.
Ora, pela mesma lógica e com bases nestes argumentos, o PSD-Madeira deveria se opor que o Prof. Cavaco Silva desempenha-se qualquer cargo neste país. Não seria assim?
Estas atitudes bizarras, de ataques gratuitos a juristas de renome como Vital Moreira e Jorge Miranda, acompanhada pela manipulação da Assembleia Legislativa da Madeira para esta permanente guerrilha, não deveria fazer com que a credibilidade do PSD-M estivesse abaixo de zero?
O blog do BE
O Bloco de Esquerda/Madeira arranca hoje com um blog destinado a recolher as opiniões de cidadãos - militantes ou não - acerca do que devem ser os Programas Eleitorais desta força política a caminho dos vários actos eleitorais que se realizam este ano. Este blog é aberto à participação de todos e de todas. Queremos recolher o máximo de informação/opiniões que deverão constar dos Programas Eleitorais do Bloco de Esquerda para as Eleições Europeias, Legislativas e Autárquicas deste ano. Algumas dessas opiniões poderão ser 'postadas' neste blog. Para dar a sua opinião basta deixar um comentário ou enviar texto para o e-mail: madeira.bloco@bloco.org
PARTICIPA!
Para isso basta digitar o seguinte endereço:
http://blocomadeira2009.blogspot.com/
Não é bem assim
Não é bem assim, amigo Agostinho.
Na declaração política de João Carlos Gouveia denominada "Para uma candidatura institucional e de transição", lida na antiga sede do PS-Madeira, no dia 14 de Maio de 2007, à comunicação social, onde apresentava a sua candidatura, está bem claro os objectivos então traçados (prometidos?): "Defendo, assim, uma "Candidatura Institucional e de transição" limitada no tempo do mandato do próximo Congresso do PS-Madeira, preocupada essencialmente com a recuperação eleitoral nas diferentes eleições do ano de 2009: nacionais, europeias e autárquicas.(...)" [negrito meu]
Como se pode constatar o que JCG pediu aos militantes foi o apoio para um mandato de transição e para disputar as eleições de 2009. E foi para isso que foi mandato. Não pediu, nem foi mandato para preparar as eleições de 2011.
O Velho e o Mar
Este vídeo, baseado na livro "O Velho e o Mar", de Ernest Hemingway, foi feito pelo meu melhor amigo, o meu mano(Velho). Está muito bom. Parabéns.
Quem é amigo, quem é? II
Esta é a terceira fase da revisão transitória de preços, prevista em legislação aprovada em 2007. Os preços aplicados em Portugal passaram a ser calculados com base na média dos valores praticados nos quatro países de referência (Espanha, Grécia, Itália e França), tendo passado a ser obrigatória a revisão anual dos preços com base nesta comparação.





