"Com esta actuação do primeiro-ministro e do PS estão a ressuscitar a FLAMA [Frente de Libertação do Arquipélago da Madeira]", declarou o deputado social-democrata Coito Pita, in Público 31.10.2006.
Um dos vice-preidentes do PSD-Madeira ameaça o chefe de Governo da República Portuguesa com o reaparecimento de um movimento terrorista, responsável por vários atentados à bomba nos anos 70.
Ainda têm a minuta daquele requerimento para um exame psiquiátrico?
terça-feira, outubro 31, 2006
sábado, outubro 28, 2006
Operação de cedência de créditos na Madeira - Basta!
Operação de cedência de créditos na Madeira
1. A Lei n.º 91/2001 – Lei de Estabilidade Orçamental – estabelece no ser Artigo 87º, o seguinte:
"Equilíbrio orçamental e limites de endividamento
1 — Em cumprimento das obrigações de estabilidade orçamental decorrentes do Programa de Estabilidade e Crescimento, a lei do Orçamento estabelece limites específicos de endividamento anual da administração central do Estado, das Regiões Autónomas e das autarquias locais, compatíveis com o saldo orçamental calculado para o conjunto do sector público administrativo.
2 — Os limites de endividamento a que se refere o número anterior podem ser inferiores aos que resultariam das leis financeiras especialmente aplicáveis a cada subsector."
2. Art. 70º da Lei do OE para 2005, diz no seu n.º 1 que:
"As Regiões Autónomas não podem acordar contratualmente novos empréstimos, incluindo todas as formas de dívida que impliquem um aumento do endividamento liquido, de acordo com o sistema europeu de contas nacionais e regionais (SEC)"
E o que é o endividamento liquido para o SEC95?
É a "diferença entre a soma de todos os passivos financeiros, qualquer que seja a sua forma, incluindo nomeadamente os empréstimos contraídos, contratos de locação financeira e dívidas a fornecedores e a soma doa activos financeiros (...)"
Problema: Se o valor do passivo financeiro já inclui empréstimos e dívidas a fornecedores, de que forma é que a "transformação" (cedência de créditos) de uma divida a fornecedor em empréstimo bancário faz aumentar o passivo financeiro?
Ora, se de facto a dívida a fornecedores já estava contabilizada e, como tal, contava para o passivo financeiro a dívida global não aumenta.
O problema é que, segundo o Ministério das Finanças (MF), o Governo Regional da Madeira (GRM) na prestação de informação periódica sobre a execução orçamental OMITIU ESSA DÍVIDA a fornecedores. Ou seja, essa dívida EXISTIA DE FACTO MAS NÃO FORMALMENTE.
O MF só veio a descobrir esta situação porque a sociedade financeira que comprou os créditos aos fornecedores reportou essa operação ao Banco de Portugal e, por sua vez, este informou o MF.
Desta forma, o GRM contraiu dívidas quando estava expressamente proibido de o fazer, omitiu essas dívidas e falseou as informações que estava legalmente obrigado a prestar ao MF, ultrapassou o limite de endividamento estipulado e violou a Lei de Orçamento de 2005 e a Lei de Estabelidade Orçamental.
E isto é MUITO GRAVE. Porque que além de cometer várias ilegalidades, o GRM escondeu uma dívida que estava legalmente obrigado a reportar, acto que tem consequências para o apuramento do défice público
3. CONSEQUÊNCIAS
Assim, estando provado que de facto não foi respeitada a regra do "endividamento zero" do art. 70º do OE de 2005, a Lei n.º 91/2001 – Lei de Estabilidade Orçamental – no seu Artigo 92º determina que:
"n.º 4 — Por efeito do não cumprimento dos limites específicos de endividamento que se prevêem no artigo 87. º, a lei do Orçamento pode determinar a redução, na proporção do incumprimento, das transferências a efectuar, após audição prévia dos órgãos constitucional e legalmente competentes dos subsectores envolvidos."
E o art. 66º da mesma lei estabelece que:
“Responsabilidade pela execução orçamental
1 - Os titulares de cargos políticos respondem política, financeira, civil e criminalmente pelos actos e omissões que pratiquem no âmbito do exercício das suas funções de execução orçamental, nos termos da Constituição e demais legislação aplicável, a qual tipifica as infracções criminais e financeiras, bem como as respectivas sanções, conforme sejam ou não cometidas com dolo.
2 - Os funcionários e agentes são responsáveis disciplinar, financeira, civil e criminalmente pelos seus actos e omissões de que resulte violação das normas de execução orçamental, nos termos do artigo 271.º da Constituição e da legislação aplicável.”
CONCLUSÃO:
Esta irresponsabilidade da gestão das finanças públicas regionais vai ter consequências para a Madeira.
Se isto acontecesse numa empresa os administradores eram demitidos.
Se isto acontecesse a um particular ele seria acusado de burla.
Se isto acontecesse numa sociedade de cidadãos activos e com consciência crítica, tinhamos eleições antecipadas.
Se isto acontecesse com gente responsável e séria o Governo Regional, ou pelo menos o Secretário das Finanças, demitia-se.
E na Madeira?
Se de facto o “Basta!” é para levar a sério isto tem de ir até as últimas consequências.
1. A Lei n.º 91/2001 – Lei de Estabilidade Orçamental – estabelece no ser Artigo 87º, o seguinte:
"Equilíbrio orçamental e limites de endividamento
1 — Em cumprimento das obrigações de estabilidade orçamental decorrentes do Programa de Estabilidade e Crescimento, a lei do Orçamento estabelece limites específicos de endividamento anual da administração central do Estado, das Regiões Autónomas e das autarquias locais, compatíveis com o saldo orçamental calculado para o conjunto do sector público administrativo.
2 — Os limites de endividamento a que se refere o número anterior podem ser inferiores aos que resultariam das leis financeiras especialmente aplicáveis a cada subsector."
2. Art. 70º da Lei do OE para 2005, diz no seu n.º 1 que:
"As Regiões Autónomas não podem acordar contratualmente novos empréstimos, incluindo todas as formas de dívida que impliquem um aumento do endividamento liquido, de acordo com o sistema europeu de contas nacionais e regionais (SEC)"
E o que é o endividamento liquido para o SEC95?
É a "diferença entre a soma de todos os passivos financeiros, qualquer que seja a sua forma, incluindo nomeadamente os empréstimos contraídos, contratos de locação financeira e dívidas a fornecedores e a soma doa activos financeiros (...)"
Problema: Se o valor do passivo financeiro já inclui empréstimos e dívidas a fornecedores, de que forma é que a "transformação" (cedência de créditos) de uma divida a fornecedor em empréstimo bancário faz aumentar o passivo financeiro?
Ora, se de facto a dívida a fornecedores já estava contabilizada e, como tal, contava para o passivo financeiro a dívida global não aumenta.
O problema é que, segundo o Ministério das Finanças (MF), o Governo Regional da Madeira (GRM) na prestação de informação periódica sobre a execução orçamental OMITIU ESSA DÍVIDA a fornecedores. Ou seja, essa dívida EXISTIA DE FACTO MAS NÃO FORMALMENTE.
O MF só veio a descobrir esta situação porque a sociedade financeira que comprou os créditos aos fornecedores reportou essa operação ao Banco de Portugal e, por sua vez, este informou o MF.
Desta forma, o GRM contraiu dívidas quando estava expressamente proibido de o fazer, omitiu essas dívidas e falseou as informações que estava legalmente obrigado a prestar ao MF, ultrapassou o limite de endividamento estipulado e violou a Lei de Orçamento de 2005 e a Lei de Estabelidade Orçamental.
E isto é MUITO GRAVE. Porque que além de cometer várias ilegalidades, o GRM escondeu uma dívida que estava legalmente obrigado a reportar, acto que tem consequências para o apuramento do défice público
3. CONSEQUÊNCIAS
Assim, estando provado que de facto não foi respeitada a regra do "endividamento zero" do art. 70º do OE de 2005, a Lei n.º 91/2001 – Lei de Estabilidade Orçamental – no seu Artigo 92º determina que:
"n.º 4 — Por efeito do não cumprimento dos limites específicos de endividamento que se prevêem no artigo 87. º, a lei do Orçamento pode determinar a redução, na proporção do incumprimento, das transferências a efectuar, após audição prévia dos órgãos constitucional e legalmente competentes dos subsectores envolvidos."
E o art. 66º da mesma lei estabelece que:
“Responsabilidade pela execução orçamental
1 - Os titulares de cargos políticos respondem política, financeira, civil e criminalmente pelos actos e omissões que pratiquem no âmbito do exercício das suas funções de execução orçamental, nos termos da Constituição e demais legislação aplicável, a qual tipifica as infracções criminais e financeiras, bem como as respectivas sanções, conforme sejam ou não cometidas com dolo.
2 - Os funcionários e agentes são responsáveis disciplinar, financeira, civil e criminalmente pelos seus actos e omissões de que resulte violação das normas de execução orçamental, nos termos do artigo 271.º da Constituição e da legislação aplicável.”
CONCLUSÃO:
Esta irresponsabilidade da gestão das finanças públicas regionais vai ter consequências para a Madeira.
Se isto acontecesse numa empresa os administradores eram demitidos.
Se isto acontecesse a um particular ele seria acusado de burla.
Se isto acontecesse numa sociedade de cidadãos activos e com consciência crítica, tinhamos eleições antecipadas.
Se isto acontecesse com gente responsável e séria o Governo Regional, ou pelo menos o Secretário das Finanças, demitia-se.
E na Madeira?
Se de facto o “Basta!” é para levar a sério isto tem de ir até as últimas consequências.
sexta-feira, outubro 27, 2006
quinta-feira, outubro 26, 2006
Eu tou farto
Tou farto destas merdasFarto deles todos, farto desses cabrões
Farto de ser o culpado sem ter culpa de nada
Ser rejeitado, farto de conversa fiada
Farto deste sistema de merda que nos engole
Farto destes políticos a coçar colhões ao sol
Farto de promessas da treta
Sobem ao poder metem as promessas na gaveta
Farto de ver o país parado como uma lesma
Ver as moscas mudarem e a merda ser a mesma
Farto de os ver saltar quando os barcos naufragam
Quanto mais tiverem melhor, menos impostos pagam
Farto de rir quando me apetece chorar
Farto de comer calado e calado ficar
Farto das notícias na televisão
Farto de guerras, conflitos, fome e destruição
Farto de injustiças, tanta desigualdade
Cegos são os que fingem que não vêem a verdade
E eu tou farto...
Boss AC
quarta-feira, outubro 25, 2006
Assim não!
A proposta do Orçamento de Estado para 2007 reserva uma esmola de 28 milhões para o Instituto de Conservação da Natureza. Em apenas 5 anos o orçamento do ICN foi reduzido para quase metade. Muito mais do que isto gasta o Alberto João em foguetes!
A Sócrates era exigível que encara-se a conservação da natureza como uma prioridade, mas parece que verde só nos cartazes.
A Sócrates era exigível que encara-se a conservação da natureza como uma prioridade, mas parece que verde só nos cartazes.
O "plagio" do MST e a "bad publicity"
Eu aprecio o Miguel Sousa Tavares. É um livre pensador, um espirito livre, que analisa a sociedade de forma sagaz e descompremetida e diz o que pensa. Às vezes não concordo com ele, outras acho que está a asneirar, mas acima de tudo gosto da sua atitude corajosa, inteligente e frontal.
Ainda não li o seu “Equador”, tenho vários livros na fila de espera que nem sei se algum dia terei oportunidade para desfrutar esse romance.
Contudo, o sucesso que alcançou demonstra que é seguramente um romance, pelo menos, muito agradável. Não posso assegurar se ele recorreu ao plágio ou não, mas o MST parece-me um tipo demasiado inteligente para isso. Mas há uma coisa que eu sei “there’s no such think as bad publicity” o que quer dizer que esta polémica vai ajudar o MST a vender mais livros.
Ainda não li o seu “Equador”, tenho vários livros na fila de espera que nem sei se algum dia terei oportunidade para desfrutar esse romance.
Contudo, o sucesso que alcançou demonstra que é seguramente um romance, pelo menos, muito agradável. Não posso assegurar se ele recorreu ao plágio ou não, mas o MST parece-me um tipo demasiado inteligente para isso. Mas há uma coisa que eu sei “there’s no such think as bad publicity” o que quer dizer que esta polémica vai ajudar o MST a vender mais livros.
terça-feira, outubro 24, 2006
A professora da minha filha mais nova, foi “despedida” da escola.
Já leccionava naquela escola há vários anos, mas acaba de perder o lugar.
- Porquê? Perguntaram os pais.
- Porque o meu lugar foi ocupado por um colega que saiu agora do sindicato. Há 14 anos que deixou de leccionar e apenas estava no Sindicato. Agora como o governo reduziu o número de sindicalistas e o tempo de Sindicato conta para a antiguidade como professor, mesmo não dando aulas há 14 anos, esse colega tem prioridade e eu perdi a colocação.
- Mas isso parece-me estranho. Um professor que deixou de dar aulas há 14 anos, estará actualizado e com o ritmo necessário para recomeçar a actividade, com bons resultados para os alunos?
-Isso também não sei, mas os factos são esses.
Conclusão: Confirmo a minha ideia – O objectivo do sindicato não é o aluno, nem tão pouco o professor. O objectivo do Sindicato é ele próprio e cuida muito bem dos interesses dos seus dirigentes.Nos tempos que correm é um paraíso não se perder o emprego. Mesmo que o sindicalista expulse um colega para lhe ficar com o lugar, vale tudo a bem do Sindicato.
do faccioso.blogspot.com
Hoje ha palhaços
Ofensiva “C+S"
Marques Mendes aconselha José Sócrates "a ter tento na língua"
Santana Lopes acusa José Sócrates de fazer "batota política"
As duas notícias acima referidas mostram que o PSD colocou em marcha a Grande Ofensiva "C+S" contra José Sócrates. Este ataque concertado por parte de destacados membros do PSD recorre aos termos mais utilizados nos recreios da primária e do ciclo preparatório e foi já considerada "muito preocupante" por fontes próximas do Largo do Rato.
Segundo uma das nossas fontes, "a utilização de expressões da pré-primária e do ciclo preparatório atinge o governo em cheio e pode mesmo vir a fazê-lo cair antes do final da legislatura. É preciso ver que o povo português é algo acriançado e não percebe expressões típicas da política como "inverdade" ou "falta de respeito". Mas "batota" e "tento na língua" todos percebem". A mesma fonte refere ainda que "o primeiro-ministro está preocupado com a sua imagem e tem medo de ser visto como um puto reguila e birrento".
No entanto, a ofensiva continua e amanhã está previsto que Manuela Ferreira Leite acuse José Sócrates de "querer abafar todos os berlindes dos portugueses com os aumentos dos impostos", enquanto Dias Loureiro convida o chefe do governo para jogar à cabra-cega ou, em alternativa, ao bate-pé.
Victor Lazlo
no frangosparafora.blogspot.com
Marques Mendes aconselha José Sócrates "a ter tento na língua"
Santana Lopes acusa José Sócrates de fazer "batota política"
As duas notícias acima referidas mostram que o PSD colocou em marcha a Grande Ofensiva "C+S" contra José Sócrates. Este ataque concertado por parte de destacados membros do PSD recorre aos termos mais utilizados nos recreios da primária e do ciclo preparatório e foi já considerada "muito preocupante" por fontes próximas do Largo do Rato.
Segundo uma das nossas fontes, "a utilização de expressões da pré-primária e do ciclo preparatório atinge o governo em cheio e pode mesmo vir a fazê-lo cair antes do final da legislatura. É preciso ver que o povo português é algo acriançado e não percebe expressões típicas da política como "inverdade" ou "falta de respeito". Mas "batota" e "tento na língua" todos percebem". A mesma fonte refere ainda que "o primeiro-ministro está preocupado com a sua imagem e tem medo de ser visto como um puto reguila e birrento".
No entanto, a ofensiva continua e amanhã está previsto que Manuela Ferreira Leite acuse José Sócrates de "querer abafar todos os berlindes dos portugueses com os aumentos dos impostos", enquanto Dias Loureiro convida o chefe do governo para jogar à cabra-cega ou, em alternativa, ao bate-pé.
Victor Lazlo
no frangosparafora.blogspot.com
Portugal vale a pena
Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade de
recém-nascidos do mundo, melhor que a média da União Europeia.
Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de
tecnologia de transformadores.
Mas onde outra é líder mundial na produção de feltros para chapéus. Eu
conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os
vende para mais de meia centena de mercados.
E que tem também outra empresa que concebeu um sistema através do qual você
pode escolher, pelo seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme
que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.
Eu conheço um país que inventou um sistema biométrico de pagamentos nas
bombas de gasolina e uma bilha de gás muito leve que já ganhou vários
prémios internacionais.
E que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, onde se
fazem operações que não é possível fazer na Alemanha, Inglaterra ou Estados
Unidos. Que fez mesmo uma revolução no sistema financeiro e tem as melhores
agências bancárias da Europa (três bancos nos cinco primeiros).
Eu conheço um país que está avançadíssimo na investigação da produção de
energia através das ondas do mar. E que tem uma empresa que analisa o ADN de
plantas e animais e envia os resultados para os clientes de toda a Europa
por via informática.
Eu conheço um país que tem um conjunto de empresas que desenvolveram
sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos a pequenas
e médias empresas.
Eu conheço um país que conta com várias empresas a trabalhar para a NASA ou
para outros clientes internacionais com o mesmo grau de exigência. Ou que
desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagensdas
auto-estradas. Ou que vai lançar um medicamento anti-epiléptico no mercado
mundial. Ou que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça. Ou que
produz um vinho que "bateu" em duas provas vários dos melhores vinhos
espanhóis.
E que conta já com um núcleo de várias empresas a trabalhar para a Agência
Espacial Europeia. Ou que inventou e desenvolveu o melhor sistema
mundial de pagamentos de cartões pré-pagos para telemóveis. E que está a
construir ou já construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente
qualidade um pouco por todo o mundo.
O leitor, possivelmente, não reconhece neste País aquele em que vive -
Portugal.
Mas é verdade. Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas por
portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por portugueses, com
sede em Portugal, que funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses.
Chamam-se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS,
BPI, BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Primavera Software,
Critical Software, Out Systems, WeDo, Brisa, Bial, Grupo Amorim, Quinta do
Monte d'Oiro, Activespace Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace,
Skysoft, Space Services. E, obviamente, Portugal Telecom Inovação. Mas
também dos grupos Pestana, Vila Galé, Porto Bay, BES Turismo e Amorim
Turismo.
E depois há ainda grandes empresas multinacionais instaladas no País, mas
dirigidas por portugueses, trabalhando com técnicos portugueses, que há anos
e anos obtêm grande sucesso junto das casas mãe, como a Siemens Portugal,
Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal, McDonalds (que desenvolveu em Portugal
um sistema em tempo real que permite saber quantas refeições e de que tipo
são vendidas em cada estabelecimento da cadeia norte-americana).
É este o País em que também vivemos.
É este o País de sucesso que convive com o País estatisticamente sempre na
cauda da Europa, sempre com péssimos índices na educação, e com problemas na
saúde, no ambiente, etc.
Mas nós só falamos do País que está mal. Daquele que não acompanhou o
progresso. Do que se atrasou em relação à média europeia.
Está na altura de olharmos para o que de muito bom temos feito. De nos
orgulharmos disso. De mostrarmos ao mundo os nossos sucessos - e não
invariavelmente o que não corre bem, acompanhado por uma fotografia de uma
velhinha vestida de preto, puxando pela arreata um burro que, por sua vez,
puxa uma carroça cheia de palha. E ao mostrarmos ao mundo os nossos
sucessos, não só futebolísticos, colocamo-nos também na situação de levar
muitos outros portugueses a tentarem replicar o que de bom se tem feito.
Porque, na verdade, se os maus exemplos são imitados,porque não hão-de os
bons serem também seguidos?
Nicolau santos, Director - adjunto do Jornal Expresso
In Revista Exportar
recém-nascidos do mundo, melhor que a média da União Europeia.
Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de
tecnologia de transformadores.
Mas onde outra é líder mundial na produção de feltros para chapéus. Eu
conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os
vende para mais de meia centena de mercados.
E que tem também outra empresa que concebeu um sistema através do qual você
pode escolher, pelo seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme
que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.
Eu conheço um país que inventou um sistema biométrico de pagamentos nas
bombas de gasolina e uma bilha de gás muito leve que já ganhou vários
prémios internacionais.
E que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, onde se
fazem operações que não é possível fazer na Alemanha, Inglaterra ou Estados
Unidos. Que fez mesmo uma revolução no sistema financeiro e tem as melhores
agências bancárias da Europa (três bancos nos cinco primeiros).
Eu conheço um país que está avançadíssimo na investigação da produção de
energia através das ondas do mar. E que tem uma empresa que analisa o ADN de
plantas e animais e envia os resultados para os clientes de toda a Europa
por via informática.
Eu conheço um país que tem um conjunto de empresas que desenvolveram
sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos a pequenas
e médias empresas.
Eu conheço um país que conta com várias empresas a trabalhar para a NASA ou
para outros clientes internacionais com o mesmo grau de exigência. Ou que
desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagensdas
auto-estradas. Ou que vai lançar um medicamento anti-epiléptico no mercado
mundial. Ou que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça. Ou que
produz um vinho que "bateu" em duas provas vários dos melhores vinhos
espanhóis.
E que conta já com um núcleo de várias empresas a trabalhar para a Agência
Espacial Europeia. Ou que inventou e desenvolveu o melhor sistema
mundial de pagamentos de cartões pré-pagos para telemóveis. E que está a
construir ou já construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente
qualidade um pouco por todo o mundo.
O leitor, possivelmente, não reconhece neste País aquele em que vive -
Portugal.
Mas é verdade. Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas por
portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por portugueses, com
sede em Portugal, que funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses.
Chamam-se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS,
BPI, BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Primavera Software,
Critical Software, Out Systems, WeDo, Brisa, Bial, Grupo Amorim, Quinta do
Monte d'Oiro, Activespace Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace,
Skysoft, Space Services. E, obviamente, Portugal Telecom Inovação. Mas
também dos grupos Pestana, Vila Galé, Porto Bay, BES Turismo e Amorim
Turismo.
E depois há ainda grandes empresas multinacionais instaladas no País, mas
dirigidas por portugueses, trabalhando com técnicos portugueses, que há anos
e anos obtêm grande sucesso junto das casas mãe, como a Siemens Portugal,
Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal, McDonalds (que desenvolveu em Portugal
um sistema em tempo real que permite saber quantas refeições e de que tipo
são vendidas em cada estabelecimento da cadeia norte-americana).
É este o País em que também vivemos.
É este o País de sucesso que convive com o País estatisticamente sempre na
cauda da Europa, sempre com péssimos índices na educação, e com problemas na
saúde, no ambiente, etc.
Mas nós só falamos do País que está mal. Daquele que não acompanhou o
progresso. Do que se atrasou em relação à média europeia.
Está na altura de olharmos para o que de muito bom temos feito. De nos
orgulharmos disso. De mostrarmos ao mundo os nossos sucessos - e não
invariavelmente o que não corre bem, acompanhado por uma fotografia de uma
velhinha vestida de preto, puxando pela arreata um burro que, por sua vez,
puxa uma carroça cheia de palha. E ao mostrarmos ao mundo os nossos
sucessos, não só futebolísticos, colocamo-nos também na situação de levar
muitos outros portugueses a tentarem replicar o que de bom se tem feito.
Porque, na verdade, se os maus exemplos são imitados,porque não hão-de os
bons serem também seguidos?
Nicolau santos, Director - adjunto do Jornal Expresso
In Revista Exportar
domingo, outubro 22, 2006
Ranking das escolas

Apesar de polémico, considero que o ranking das escolas pode contribuir muito para a melhoria dos resultados nas mesmas.
Todos os olhos ficam em cima das melhores escolas de modo a verificar se a sua experiência é repetivél noutras escolas. Permite também ás escolas piores classificadas tentar perceber a razão do insucesso e tentar mudar para melhor.
Por cá os resultados foram muito pouco animadores, mas um dia serão melhores.
Como nota final, saliento a diferença entre as notas da avaliação continua (identificado por CIF no quadro) e as notas dos exames. O que será que isto significa?
sexta-feira, outubro 20, 2006
Considerações sobre o aumento da electricidade
O papel da ERSE neste caso do aumento das tarifas de electicidade é um desastre.
O regulador deveria estar preocupado, sobretudo, com os consumidores de energia. Mas neste caso mostrou-se mais preocupado com as empresas produtoras (monopolistas, por sinal).
Ao pretender que os consumidores subsidiem uma empresa para esta ficar mais forte quando o mercado fôr aberto é, só por si, desvirtuar a concorrência.
Daqui a 3 anos teremos energia mais barata do que temos neste momento, mas até lá teremos aumentos de 15% ao ano (se esta loucura fôr em frente).
A ERSE deveria estar preocupada em aumentar a eficiência das empresas produtoras, impondo restrições ao aumento dos preços.
Considerando que as empresas produtoras são tão afectadas como as outras pelo contexto económico, um aumento dos preços ao nivel da inflação significa que não existe aumento de eficiência das empresas deste sector.
Por outro lado, admitindo que o actual contexto (aumento do petróleo e gás) pode afectar mais os custos de produção destas empresas, um aumento na ordem da inflação induziria um real aumento da eficiência.
Quando houver concorrência, o mercado que faça o seu papel de regulador.
PS - Quanto ao pagamento das taxas de utilização do dominio público, que as Câmaras municipais passaram a cobrar , este valor deverá vir discriminado na factura, uma vez que esta é uma taxa municipal e não custo de electricidade.
O regulador deveria estar preocupado, sobretudo, com os consumidores de energia. Mas neste caso mostrou-se mais preocupado com as empresas produtoras (monopolistas, por sinal).
Ao pretender que os consumidores subsidiem uma empresa para esta ficar mais forte quando o mercado fôr aberto é, só por si, desvirtuar a concorrência.
Daqui a 3 anos teremos energia mais barata do que temos neste momento, mas até lá teremos aumentos de 15% ao ano (se esta loucura fôr em frente).
A ERSE deveria estar preocupada em aumentar a eficiência das empresas produtoras, impondo restrições ao aumento dos preços.
Considerando que as empresas produtoras são tão afectadas como as outras pelo contexto económico, um aumento dos preços ao nivel da inflação significa que não existe aumento de eficiência das empresas deste sector.
Por outro lado, admitindo que o actual contexto (aumento do petróleo e gás) pode afectar mais os custos de produção destas empresas, um aumento na ordem da inflação induziria um real aumento da eficiência.
Quando houver concorrência, o mercado que faça o seu papel de regulador.
PS - Quanto ao pagamento das taxas de utilização do dominio público, que as Câmaras municipais passaram a cobrar , este valor deverá vir discriminado na factura, uma vez que esta é uma taxa municipal e não custo de electricidade.
quinta-feira, outubro 19, 2006
E na Madeira?
"Nem o Estado pode utilizar a religião para fins políticos nem a religião pode usar o Estado para fins religiosos."
O constitucionalista Jonatas Machado no jornal O Público.
O constitucionalista Jonatas Machado no jornal O Público.
A Santa Aliança
Na Madeira do tempo do meu avô havia duas fotografias que estavam por tudo quanto é sitio, a de Salazar e a do Cardeal Cerejeira. Este um santo que falava directamente com Deus e Salazar um homem iluminado pela graça divina enviada pela santa providência para salvar a grandiosa e mui nobre Nação Portuguesa.
Aos domingos, os chefes das paróquias veinculavam uma série de ameaças biblícas contra os pecados dos "comunistas", esses inimigos do Povo de Deus, que só de ouvir a palavra o povo humilde tremia de horror. Cruz credo! Vai de retro Santanás!
A acompanhar esta lenga-lenga que capava a capacidade de reflexão estavam os professores primários e do Liceu, formavam um bloco que espalhava a boa nova, a de Cristo e do Estado Novo.
Graças a Deus, ou ao 25 de Abril, essa Santa Aliança foi decretada defunta e o Estado voltou a ser laico.
Contudo, na Madeira Nova os mesmos que gritavam "Ave Salazar", sem nunca negarem a sua matriz ideológica e a sua admiração pela ditadura fascista, negaram a transicção para uma Estado laico.
Reagruparam-se sob uma capa de "democratas-novos" para, com a protecção do mesmo clero que protegeu Salazar, voltarem a instalar um regime autoritário. Uma Santa Alliança.
Aos domingos, os chefes das paróquias veinculavam uma série de ameaças biblícas contra os pecados dos "comunistas", esses inimigos do Povo de Deus, que só de ouvir a palavra o povo humilde tremia de horror. Cruz credo! Vai de retro Santanás!
A acompanhar esta lenga-lenga que capava a capacidade de reflexão estavam os professores primários e do Liceu, formavam um bloco que espalhava a boa nova, a de Cristo e do Estado Novo.
Graças a Deus, ou ao 25 de Abril, essa Santa Aliança foi decretada defunta e o Estado voltou a ser laico.
Contudo, na Madeira Nova os mesmos que gritavam "Ave Salazar", sem nunca negarem a sua matriz ideológica e a sua admiração pela ditadura fascista, negaram a transicção para uma Estado laico.
Reagruparam-se sob uma capa de "democratas-novos" para, com a protecção do mesmo clero que protegeu Salazar, voltarem a instalar um regime autoritário. Uma Santa Alliança.
Piada politica
Na Madeira, chega um menino à beira da professora e diz:
- Sra. Professora, a minha coelha teve cinco coelhinhos e são todos
P.S.D.!
- Muito bem! Olha, amanhã vem cá o Sr. Alberto João Jardim e tu
contas-lhe essa história. Está bem?
- Está bem! - responde o menino.
No dia seguinte, o Alberto João Jardim vai visitar a escola e, como
combinado, a professora chama o menino. O menino dirige-se à beira
do presidente e diz:
- Sr. Presidente, a minha coelha teve cinco coelhinhos e dois são do
P.S.D.!
- Então, - diz intrigada a professora - não eram os cinco?
- Eram, ...mas três já abriram os olhos!
- Sra. Professora, a minha coelha teve cinco coelhinhos e são todos
P.S.D.!
- Muito bem! Olha, amanhã vem cá o Sr. Alberto João Jardim e tu
contas-lhe essa história. Está bem?
- Está bem! - responde o menino.
No dia seguinte, o Alberto João Jardim vai visitar a escola e, como
combinado, a professora chama o menino. O menino dirige-se à beira
do presidente e diz:
- Sr. Presidente, a minha coelha teve cinco coelhinhos e dois são do
P.S.D.!
- Então, - diz intrigada a professora - não eram os cinco?
- Eram, ...mas três já abriram os olhos!
Há coisas fantásticas, não há?
Tenho por hábito ir ao site www.youtube.com e ver um ou dois videos por dia.
Habitualmente aparece na primeira página os videos mais vistos ou com maior número de comentários ou prémios.
Hoje vi dois videos com o mesmo cariz. Ambos fantásticos.
Noah takes a photo of himself everyday for 6 years
Ben takes a photo of himself everyday
A internet não deixa de surpreender.
O video do noah já foi visto mais de 3 milhões de vezes. Mais do que qualquer filme alguma vez feito em Portugal e arredores.
Habitualmente aparece na primeira página os videos mais vistos ou com maior número de comentários ou prémios.
Hoje vi dois videos com o mesmo cariz. Ambos fantásticos.
Noah takes a photo of himself everyday for 6 years
Ben takes a photo of himself everyday
A internet não deixa de surpreender.
O video do noah já foi visto mais de 3 milhões de vezes. Mais do que qualquer filme alguma vez feito em Portugal e arredores.
Critérios economicistas
Tal como noutras profissões, exitem professores bons e maus, profissionalmente falando.
Neste momento, são todos tratados de uma forma uniforme, uma vez que as avalizções simplesmente não funcionam. Podemos afirmar que deste modo não existe nenhum estimulo para que cada professor tente superar-se a si próprio.
A avaliação dos professores tem de ser feita de forma relativa e não absoluta, isto é, um professor com qualificação excelente é um professor que é melhor que um Muito Bom. Com a existência de quotas significa que os Excelentes farão os possíveis por não sairem da "1º liga" enquanto que os muito bons farão os possíveis por subir de divisão.
Um dos argumentos dos professores para rejeitar esta alteração do ECD é que esta se está a fazer por razões economicistas.
E neste sentido economicista significa o estado (todos nós) pagarmos a alguns individuos (10% ou 20% de professores incompetentes) por trabalho que estes não realizam.
Por outro lado, não é economicista um professor que não aparece na escola durante metade do ano, ou aparece e não faz nada que preste, querer receber dinheiro que claramente não merece.
A vida é assim mesmo. Os critérios economicistas têm sempre dois lados. O de quem recebe e o de quem paga.
Neste momento, são todos tratados de uma forma uniforme, uma vez que as avalizções simplesmente não funcionam. Podemos afirmar que deste modo não existe nenhum estimulo para que cada professor tente superar-se a si próprio.
A avaliação dos professores tem de ser feita de forma relativa e não absoluta, isto é, um professor com qualificação excelente é um professor que é melhor que um Muito Bom. Com a existência de quotas significa que os Excelentes farão os possíveis por não sairem da "1º liga" enquanto que os muito bons farão os possíveis por subir de divisão.
Um dos argumentos dos professores para rejeitar esta alteração do ECD é que esta se está a fazer por razões economicistas.
E neste sentido economicista significa o estado (todos nós) pagarmos a alguns individuos (10% ou 20% de professores incompetentes) por trabalho que estes não realizam.
Por outro lado, não é economicista um professor que não aparece na escola durante metade do ano, ou aparece e não faz nada que preste, querer receber dinheiro que claramente não merece.
A vida é assim mesmo. Os critérios economicistas têm sempre dois lados. O de quem recebe e o de quem paga.
quarta-feira, outubro 18, 2006
Descupe-me. Importa-se de repetir.
Porque é que os portugueses vão ter de pagar um aumento de mais de 15% no preço da electricidade a uma empresa pública que tem mais de 1000 milhões de euros de resultados liquidos?
Nostradamus da Madeira Nova
Quase toda a gente que tem visibilidade na comunicação social madeirense tem andado a dizer que com a alteração da LFR, e com a suposta diminuição de verbas (menos de 5% do orçamento regional), vão aumentar o desemprego, a fome e a imigração.
Mas o futuro tenebroso chegou cedo demais. A Madeira é neste momento (antes da alteração da LFR) a única região do País onde o desemprego continua a subir.
Com uma dívida de aproximadamente 250 milhões de contos (2 vezes o orçamento regional) e sem meios de gerar riqueza, mesmo que as transferencias do estado aumentassem, o desemprego contiuaria a aumentar.
PS - Com a nova lei das finanças locais os gastos com pessoal, incluindo avençados e assessores, ficará limitada. Quem serão os avençados regionais que começam a ver os seus magros rendimentos em causa?
Mas o futuro tenebroso chegou cedo demais. A Madeira é neste momento (antes da alteração da LFR) a única região do País onde o desemprego continua a subir.
Com uma dívida de aproximadamente 250 milhões de contos (2 vezes o orçamento regional) e sem meios de gerar riqueza, mesmo que as transferencias do estado aumentassem, o desemprego contiuaria a aumentar.
PS - Com a nova lei das finanças locais os gastos com pessoal, incluindo avençados e assessores, ficará limitada. Quem serão os avençados regionais que começam a ver os seus magros rendimentos em causa?
Nova Lei das Finanças Locais
Depois de estudar a actuação do poder local nos últimos 30 anos, e de ter estudado a proposta da Nova Lei das Finanças Locais,a minha conclusão é que esta lei fica aquém daquilo que era necessário, devia ir mais além e ser mais ambiciosa.
terça-feira, outubro 17, 2006
Os chicos-espertos
Quando alguém se candidata à presidência de uma qualquer organização, fá-lo para ganhar.
Se numa situação em que existe dois candidatos, e um deles tem mais possibilidades de ganhar do que o outro, é normal que o mais fraco tente “adormecer” o mais forte.
Como faz isso? Propõe acordos nas listas de candidatos para os vários órgãos. E porquê? Porque sabendo que vai perder apresentando uma candidatura própria, sabe que se houver uma lista de “consenso” garante que pessoas “suas” nesses órgãos.
Claro que esta estratégia tem de ser convenientemente escondida sob o discurso do “estamos a agir no melhor interesse da instituição”, “não queremos divergências”, etc..
Mas a verdade é que não apresenta listas próprias pela simples razão de não terem hipóteses de vencer. Alguém que se apresenta como candidato, vai depois abdicar de chegar ou poder se isso for possível? Claro que não!
No entanto, há sempre pessoas dispostas a tentar esta estratégia, que apesar de básicas, conseguem enganar alguns. Esses devem pensar que são muitos espertos...
Se numa situação em que existe dois candidatos, e um deles tem mais possibilidades de ganhar do que o outro, é normal que o mais fraco tente “adormecer” o mais forte.
Como faz isso? Propõe acordos nas listas de candidatos para os vários órgãos. E porquê? Porque sabendo que vai perder apresentando uma candidatura própria, sabe que se houver uma lista de “consenso” garante que pessoas “suas” nesses órgãos.
Claro que esta estratégia tem de ser convenientemente escondida sob o discurso do “estamos a agir no melhor interesse da instituição”, “não queremos divergências”, etc..
Mas a verdade é que não apresenta listas próprias pela simples razão de não terem hipóteses de vencer. Alguém que se apresenta como candidato, vai depois abdicar de chegar ou poder se isso for possível? Claro que não!
No entanto, há sempre pessoas dispostas a tentar esta estratégia, que apesar de básicas, conseguem enganar alguns. Esses devem pensar que são muitos espertos...
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