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segunda-feira, maio 28, 2007

Criticas e elogios

No meu post anterior fiz uma critica a LFM por este ter dado a entender num comentário a uma notícia do Público que o fecho de algumas (muitas) escolas contribuiria para uma maior iliteracia.
A verdade é que, onde LFM viu uma oportunidade para fazer critica fácil ao Governo da República, podia ter visto uma oportunidade de elogiar o Governo Regional do PSD.
Passo a explicar. Com as novas vias de acesso e com a construção/remodelação de muitas escolas na Madeira, foi possível fechar escolas sem condições. O que o Governo da República se prepara para fazer apenas agora, já foi feito por cá com sucesso em termos de infraestruturas escolares.

O problema da educação é complexo e, tenho-o afirmado muitas vezes, não se resolve apenas com boas escolas.
É necessário exigência em relação aos professores e aos alunos.
Sei que qualquer melhoria nos resultados da educação demora muito a ser alcançado.
Por outro lado, muitos dos professores que estão cá na Madeira, só cá estão porque não conseguiram colocação mais proximo de casa, e à primeira oportunidade vão embora.
Esta instabilidade não é benéfica para o nosso ensino.

Devido a este factor e a outos podemos dizer que a Madeira tem factores especificos que condicionam a qualidade do nosso ensino.

A revisão do Estatuto politico administrativo permitiria ampliar os direitos autonómicos consagrados pela última revisão da constituição, tal como já foi feito nos Açores. Mas o GR do PSD prefere abdicar deste direito para não ter que abdicar dos "direitos" dos seus deputados-empresários, e depois queixam-se que não têm margem de manobra para alterar o panorama do ensino na Madeira.

P.S. - Não vejo a politica como um campo de ataques pessoais. Esse é um barrete que não me serve.

domingo, maio 27, 2007

Iliteracia


Para LFM o problema da iliteracia em Portugal resolve-se mantendo escolas com menos de 10 alunos. A lógica parece ser: quanto mais escolas melhor. Talvez uma escola por aluno resolvesse o problema definitivamente. Não há limite para a demagogia destes Pepedês.

Sei que o número de alunos não pode ser o único critério. A distância ou tempo de deslocação à escola entre outros critérios terão de ser considerados.

Não se pode é manter o imobilismo de manter escolas sem condições de aprendizazem por medo de alguma reacção à mudança.

Esta reorgaização do mapa escolar é essencial para a redução de custos e melhoria das condições de um maior número de alunos.