terça-feira, novembro 27, 2012

Lições brasileiras

(...) A crise financeira, que hoje afeta a Europa, golpeia de forma particular a península ibérica. Sabemos que Portugal e Espanha estão diante de tarefas de complexa solução. Mas sabemos, também, da força desses países, da energia criativa de suas sociedades, de sua capacidade de superação, tantas vezes comprovada ao longo dos séculos.

Temos assistido, nos últimos anos, aos enormes sacrifícios por parte das populações dos países que estão mergulhados na crise: reduções de salários, desemprego, perda de benefícios. As políticas exclusivas, que só enfatizam a austeridade, vêm mostrando seus limites: em virtude do baixo crescimento, e apesar do austero corte de gastos, assistimos ao crescimento dos déficits fiscais e não a sua redução. Os dados e as previsões para 2012 e 2013 mostram a elevação dos déficits e a redução dos PIBs.

O Brasil vem defendendo, inclusive no âmbito do G20, que a consolidação fiscal exagerada e simultânea em todos os países não é a melhor resposta para a crise mundial – e pode, inclusive, agravá-la, levando a uma maior recessão.

Sabemos que os impactos da crise são diferentes entre os países, e as respostas à crise também têm suas diferenças e produzem consequências diversificadas. O equívoco, porém, é achar que a consolidação fiscal coletiva, simultânea e acelerada seja benéfica e resulte numa solução efetiva.

O que temos visto são medidas que, apesar de afastarem o risco de uma quebra financeira, não afastam a desconfiança dos mercados e, mais importante ainda, não afastam a desconfiança das populações. Confiança não se constrói apenas com sacrifícios. É preciso que a estratégia adotada mostre resultados concretos para as pessoas, apresente um horizonte de esperança e não apenas a perspectiva de mais anos de sofrimento.

A atividade econômica mais fraca em 2012, as perspectivas para os anos seguintes, o sofrimento das populações colocam, assim, na ordem do dia a necessidade do crescimento. Urge que os países superavitários também façam a sua parte, aumentando seu investimento, seu consumo, e importando mais.

O que parece cada vez mais claro é que sem crescimento será muito difícil o caminho da consolidação fiscal. Os ajustes serão cada vez mais onerosos socialmente e cada vez mais críticos politicamente. 


(...) Quando nos reunimos em Guadalajara, duas décadas atrás, a América Latina ainda vivia as consequências de sua “crise da dívida”. Os governantes de então, aconselhados pelo Fundo Monetário Internacional, acreditavam, erradamente, que apenas com drásticos e fortes ajustes fiscais poderíamos superar com rapidez as gravíssimas dificuldades econômicas e sociais nas quais estávamos mergulhados. Levamos assim duas décadas de ajuste fiscal rigoroso tentando digerir a crise da dívida soberana e a crise bancária que nos afetava e, por isso, neste período, o Brasil estagnou, deixou de crescer e tornou-se um exemplo de desigualdade social.

Ler mais aqui.

Discurso de Dilma Rousseff na XXII Cimeira Ibero-Americana em Cadiz

sexta-feira, setembro 21, 2012

Redução de escalões de IRS, uma nova golpada

Encapotado sob o manto de uma suposta simplificação fiscal, este governo está a propor um aumento do imposto sobre o trabalho (mais um) de aproximadamente 3,5%, ou seja o equivalente à perda de mais meio salário para cada trabalhador a acrescentar à proposta imoral de transferência de um salário dos trabalhadores para os patrões.

No entanto, já se sabe que o escalão mais alto não sofrerá agravamento, mantendo-se nos 46,5%.
Mais uma vez castiga-se mais os que ganham menos.

Desta vez, o CDS não poderá colocar-se de fora desta discussão, tendo em conta que foi um seu secretário de estado, Paulo Núncio, o primeiro proponente e anunciante desta medida, ainda antes do anuncio de Passos Coelho.

Se esta medida for aplicada, será mais um golpe profundo na nossa já debilitada economia.

Não podemos permitir.

quinta-feira, setembro 20, 2012

As contas de João Proença

Considerando que existe em Portugal uma população activa de 5 Milhões de pessoas, das quais 600 mil trabalham no estado, se em vez de penalizar apenas os funcionários públicos com o corte e 2 salários mensais, quanto teríamos de cortar a todos os funcionários para ter um valor equivalente?

Sabemos também que o salário médio na função pública é de 900€ e nos trabalhadores em geral é de 600€.

600.000*900*2= 1080 M€
5.000.000*600*corte geral = 1080M€

Resultado:
Corte geral = 0,36 salário

Concluindo, se em vez do governo ir pelo caminho do experimentalismo,  tributasse todos os trabalhadores em meio salário, teria forma de contornar a inconstitucionalidade dos cortes apenas na função pública e ainda por cima, encaixaria  420 M€ que poderiam ser usados para aumentar a liquides das empresas exportadoras.

Esta é uma alternativa, sugerida pelo dirigente da UGT, mas existem outras, como por exemplo, pagar um dos subsídios em certificados de aforro.

sexta-feira, setembro 14, 2012

Em politica não há mesmo memória...

...pelo menos é o que parece.
Nos idos anos de 2011, no inicio da discussão da descida da TSU para as empresas, dizia-se que a forma de financiar a quebra de receitas da segurança social se faria através dum aumento do IVA.
Diziam os entendidos que a medida da subida do IVA, para além da captação extra de receita, teria um efeito semelhante ao da desvalorização cambial, usada noutros tempos e noutros resgates financeiros, e que por essa via aumentaria ainda mais a nossa competitividade.

O que sucedeu foi que o IVA foi efectivamente aumentado, mas a medida de descida de TSU para aumentar a competitividade nunca foi implementada.
Os portugueses, todos, já pagaram com o aumento de custos, de desemprego e estagnação económica o aumento de competitividade que agora nos querem voltar a vender.

Se isto não é um burla, não sei o que é.

quinta-feira, setembro 13, 2012

Usar um coxo como bengala

Não tem grande contestação a afirmação de que o CDS é a bengala política do PSD. É-o de facto, no governo da república e ambiciona sê-lo na Madeira e nos Açores, assim o PSD precise.

No entanto, o CDS tenta proteger-se a todo o custo de qualquer contestação e de ficar associado às medidas mais gravosas que o governo vai tomando.
Essa posição tornou-se clara, logo na composição do governo, em que "sobraram" para o CDS os ministérios mais pacíficos.

Na actual crise política, desencadeada pelo anúncio dum roubo aos trabalhadores, em favor dos patrões, tornou-se de inicio claro que o CDS estava desde a génese ao corrente de tudo o que estava a ser proposto e até apoiava. As declarações do ministro do CDS, Pedro Mota Soares, de apoio ao anúncio do Primeiro Ministro, e tendo em conta que as alterações nas contribuições para a Segurança Social tinham de ter o conhecimento do membro do governo com essa responsabilidade, mostram que assim era.

Só quando a contestação começou a subir de tom, é que o CDS tentou por-se ao fresco, fazendo o papel de virgem enganada, furtando-se às suas responsabilidades, que são evidentes.

Na Madeira, e para consumo interno, foi veiculada a informação que o líder dos centristas madeirenses liderava uma onda de contestação às medidas propostas. Tudo mentira.
Lá diz o povo que mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo, e assim, passadas menos de umas meras horas, sabe-se que por um lado, José Manuel Rodrigues, não abriu a boca na reunião do ministro Gaspar com os partidos da maioria, cabendo apenas a João Almeida a interpelação ao ministro, e por outro lado soube-se também que o único madeirense que interpelou o ministro foi Guilherme Silva do PSD (que no essencial defende a posição do governo).

Percebe-se que o CDS não queira sair chamuscado desta trapalhada monumental, mas as suas responsabilidades e conivência são evidentes.

A contestação e as vaias que recentemente ultrapassaram o perímetro do PSD a atingem os ministros "simpáticos" do CDS são a prova que os portugueses já os desmascararam. Mais cedo ou mais tarde teria de acontecer.

P.S. - A proposta de redução do número de escalões do IRS e aumento das taxas médias correspondentes é uma proposta dum secretário de estado do CDS e foi anunciada ainda antes do comunicado de Pedro Passos Coelho.

quarta-feira, setembro 12, 2012

Chumbado

O governo falhou nas metas do défice, da dívida, do crescimento do PIB, e do desemprego, ou seja, falhou em toda a linha.
No entanto, querem fazer-nos crer que o adiamento por um ano das metas deveu-se a uma avaliação positiva, mas, dados os resultados obtidos, isso não pode ser possível. Este governo teve mais um ano para atingir as metas porque chumbou e vai ter de repetir.

segunda-feira, setembro 03, 2012

Pingo Doce, de Janeiro a Janeiro, excepto Setembro

É no Pingo Doce que faço a esmagadora maioria das minhas compras, e já o faço há algum tempo.
Costumo fazer compras semanalmente, e costuma ser suficiente, mas havendo alguma necessidade não prevista é também o Pingo Doce a minha primeira escolha.
Pago invariavelmente com o cartão multibanco. Seja que valor for.
A razão por que o faço é em primeiro lugar por controle pessoal de despesas, ou seja, para saber exactamente quanto gasto em supermercados em cada mês.

Neste fim de semana, concretizou-se a ameaça feita pelo Pingo Doce, que deixaria de aceitar cartões para pagamentos inferiores a 20€ e contrariamente ao que é habitual fui obrigado (contrariado) a pagar em dinheiro.
Por uns míseros 5 cêntimos, o Pingo Doce colocou em causa o meu conforto.
Assim sendo, tomei a decisão de pelo menos no próximo mês, não colocar os pés no Pingo Doce.
O Pingo Doce poupou 5 cêntimos mas perderá muito mais com a perda de um cliente.

Não aceito ser joguete nas disputas entre as grandes superfícies e a banca.
Se o aceitarmos passivamente, mais tarde ou mais cedo, serão os bancos a nos cobrarem pelo uso do multibanco.

terça-feira, agosto 28, 2012

A culpa é do mexilhão

Já sabíamos, através da cultura popular, que quando o mar bate na rocha, quem se lixa é o mexilhão. Querendo dizer que os mais fracos estão naturalmente mais expostos às adversidades da vida.

Mas ontem, no forum de cultura avançada,  chamado de universidade de verão do PSD, através do seu vice-presidente, ficamos a saber que os mais fracos são também os culpados de todo o mal que acontece ao país.

Disse, Jorge Moreira da Silva, que a culpa pela má execução orçamental, não é do governo do PSD/CDS. A culpa, está-se mesmo a ver, é dos Portugueses que não consomem, apesar de não terem um tostão no bolso, e dos empresários que não estão dispostos a trabalhar apenas para pagar impostos.

Depois não se queixem.

segunda-feira, agosto 27, 2012

Desvio colossal

O primeiro ministro que há um ano atrás ficou surpreendido com um suposto desvio colossal de 1.000 Milhões nas metas orçamentais, herdado do governo anterior, nada disse ainda sobre o desvio de 3.000 Milhões de euros nas receitas fiscais previstas para este ano.

Em vez disso, envia uma bomba de fumo, a chamada "concessão da RTP a privados", para que este tema substitua rapidamente o anterior, em termos de mediatismo.

Haverá tempo para discutir o tema RTP, quando este for apresentado pelo responsável governativo com a tutela. Neste momento é imperioso que se impeça, que sob pretexto de atingir as metas estabelecidas se imponha uma canga ainda maior sobre as costas dos portugueses.

sexta-feira, agosto 24, 2012

Estão loucos

Só um louco insiste numa ação e espera que os resultados sejam diferentes.

Andava um atleta a tentar melhorar a sua performance, e foi falar com uns especialistas.
Estes, após analisar o atleta, chegaram à conclusão que o problema era o excesso de peso e que a forma de diminuir rapidamente esse excesso seria eliminar uma perna, o seu órgão mais pesado.

Após algumas corridas verificou-se que a coisa não estava a correr de acordo com o esperado e seriam necessárias novas medidas.

A conclusão dos especialistas foi imediata: provavelmente o atleta não perdeu peso suficiente. E logo, sugeriram: corte-se a outra perna.

O treinador, que era visto como uma pessoa séria,  temendo que o corte da segunda perna fosse um desastre, disse: o problema é sério e não se resolve com meias medidas. Por precaução, é melhor cortar também a cabeça.

sexta-feira, julho 20, 2012

Rali Vinho Madeira

Promover uma imagem de "Body, mind, Madeira" com imagens verdejantes e ambiente calmo e depois usar como instrumento de divulgação um desporto que tem tudo menos calma, já tem muito de questionável, pela contradição que revela.

Agora, além disso, ainda usar o dinheiro da promoção da Madeira, para mostrar imagens de florestas queimadas é um atentado à nossa economia.

Incêndios na Madeira, nas últimas 48h

Nesta aplicação da Nasa podemos ver os incêndios detectados nas últimas 48h.

Para outras definições pode aceder ao link.

quinta-feira, julho 19, 2012

Meios Aéreos no combate a incêncios

Os meios aéreos no combate a incêndios, como tudo na vida, apresenta vantagens e desvantagens.

Do lado das desvantagens, e falando especificamente do caso da Madeira, temos:
1 - custo
2 - Orografia acidentada

Do lado das vantagens, temos:
1 - rápido combate inicial, evitando o crescimento do incêndio
2 - acesso a zonas de difícil ou impossível acesso por outros meios.
3 - abundância de água disponível (apesar de salgada)
4 - podem ser usados para uma detecção precoce

Acredito que as vantagens superam as desvantagens e que tendo em conta o valor que a nossa floresta tem para a nossa segurança e actividade económica (turismo) deveria ser seriamente equacionada a contratação de combate a incêndios nas épocas de maior perigo.

 Para poder ficar com uma melhor informação sobre o tema dos meios aéreos encontrei este interessante documento que aconselho vivamente uma leitura.

segunda-feira, julho 16, 2012

Punir os outros e ajudar os nossos.

Portugal terá de pagar uma taxa de pelo menos 3,5% ao longo de 12 anos para poder ter acesso aos 78.000 M€ de "ajuda" da troika.

Já a banca espanhola, para um empréstimo de 100.000 M€ terá mais do dobro do tempo, 30 anos, e uma taxa de 2,5%.

Por outras palavras, a banca espanhola pagará menos por ano por um empréstimo de 100.000 M€ que Portugal pagará por um empréstimo de 78.000 M€.

A conclusão é apenas uma. Quando se trata de ir buscar dinheiro aos cidadãos, não há esforço que seja demasiado. Já os responsáveis pelas patifarias que nos levaram a esta situação merecem toda a consideração  e ajuda por parte destes dirigentes europeus.

Entretanto, neste país de fracos governantes, os responsáveis políticos consideram que o importante é cumprir o que está estabelecido no acordo com a troika, e não ter as mesmas condições que os nossos parceiros.

quinta-feira, maio 03, 2012

O problema dos modelos económicos (e outros modelos)

Houve alguém que disse:
"Na teoria, a teoria e a prática são a mesma coisa. Na prática não são".

Para nossa pouca sorte, muitos economistas não percebem isto, e confundem os modelos que descrevem realidades especificas, com a própria realidade.

segunda-feira, abril 09, 2012

Afinal há ou não há funcionários públicos a mais?

O anterior aproveitava as aposentações para diminuir o número de funcionários. Este governo proibe as aposentações antecipadas.

Afinal como vão reduzir? Despedindo os novos funcionários com vontade de trabalhar e obrigando a ficar os que se querem reformar?

terça-feira, março 13, 2012

Tenham medo, muito medo.

A queixa de alegadas irregularidades com os gastos de alguns dos titulares do anterior governo, não é mais que uma ameaça ao actual governo.

É uma ameaça velada: quem se mete com os juízes leva.

O prefácio do presidente

Presidente da República é, pela primeira vez, político com pior avaliação.

terça-feira, março 06, 2012

A arte da mentira

A auditoria da Inspecção-geral das Finanças já está concluída e aponta críticas à gestão da Parque Escolar. Cada intervenção da Parque Escolar por escola deveria custar 2,2 milhões de euros, mas custou 15,5 milhões de euros. A derrapagem de 13 milhões de euros é apontada pela Inspecção-geral das Finanças numa auditoria à Parque Escolar que já está finalizada.

Os dados foram avançados esta tarde pelo ministro da Educação, Nuno Crato, no Parlamento, que disse ainda que da auditoria resultam “duas críticas fundamentais”: “a Parque Escolar devia ter estabelecido tectos máximos de investimentos por escolas” e devia ter feito uma “apreciação crítica exaustiva da arquitectura antes de submeter a obra”. Como isto não aconteceu, “houve uma grande subida de custos” e um endividamento por parte da Parque Escolar.

A Parque Escolar foi criada para levar a cabo a requalificação de mais de 300 escolas a nível nacional num investimento que ultrapassa os 2 mil milhões de euros. Mas a empresa está desde o final do ano passado quase parada devido ao congelamento dos projectos. O financiamento das obras foi comparticipado pelo QREN e contou com fundos do BEI, mas a empresa esteve sempre envolta em polémica, devido ao elevado núemro de ajustes directos que fez para entregar os trabalhos nas escolas a várias empresas.

O texto acima, retirado do jornal de negócios online é um tratado de como mentir com estatísticas.
A ideia que fica é que o custo previsto para a requalificação de cada escola era de 2,2 M€, e que em cada uma delas houve uma derrapagem de 13M€. Além disso, os aldrabões dos socialistas entregaram tudo aos amigos sem concurso público.

Na realidade se tivermos em conta que foram investidos 2000M€ pelas 300 escolas temos que em média foram investidos 6,6M€ por escola. Bem diferente dos 15,5M€ que são insinuados.
A notícia não diz, mas provavelmente o custo era diferente para cada escola e muito provavelmente os 2,2 M€ era o custo previsto mais baixo e os 15,5M€ foram o custo real mais alto, o que não quer dizer que a escola em que o custo previsto foi de 2,2 tenha tido o custo de 15,5.
Que o ministro seja um cabeça de alho chocho e que não tenha uma ideia do que é a educação e portanto não pode fazer outra coisa que dedicar-se a atacar o governo anterior, é triste mas percebe-se.
Só não se percebe como é que a comunicação social repete tão acriticamente tudo aquilo que lhes sussurram ao ouvido.

sexta-feira, janeiro 06, 2012

Caça às bruxas

Se, por absurdo, qualquer cidadão, politico ou não, fosse obrigado por lei a revelar a sua adesão a qualquer organização, então, estaria formalmente aberta a porta a que qualquer cidadão fosse perseguido e condenado por pertencer a uma organização, mesmo que esta não fosse criminosa.
Aquilo que agora se propõe que os deputados façam em relação à maçonaria ou eventualmente em relação à Opus Dei, ou seja a obrigatoriedade de revelar a sua pertença a qualquer um destes grupos, é na prática uma verdadeira caça às bruxas.

A associação criminosa ou o trafico de influências já são actividades ilícitas. Não precisamos de condenar ninguém que provavelmente não está a cometer crime algum.

segunda-feira, janeiro 02, 2012

Bom ano novo

A todos aqueles que ainda vão passando por cá, desejo-lhes muita felicidade e saúde para este ano que agora começa.

Como força motriz para este ano, tentarei ser mais justo, positivo e construtivo. Conto com o vosso apoio para este caminho. Se me virem desviar-me deste rumo, por favor chamem-me a atenção.
Se quiserem, sigam-me neste caminho.