quarta-feira, maio 04, 2011

Denuncia de fontes mentirosas

Os órgãos de comunicação social que nos têm intoxicado com anúncios de austeridade, com cortes nos 13º e 14º meses ou pagamentos em títulos do tesouro, despedimentos sem justa causa, etc. têm a obrigação de denunciar quais as fontes que os enganaram.

A protecção do anonimato das fontes de comunicação social, não se deve aplicar a fontes que tentam por todos os meios manipular esses meios de CS, bem como os seus leitores.

Em alternativa, esses meios de CS deveriam assumir que andaram à volta de especulações sem nenhuma base e que violaram despudoradamente o código deontológico do jornalismo, praticando um péssimo jornalismo, se é que se pode chamar àquilo jornalismo.

5 comentários:

amsf disse...

Ó Tino não percebeste?!

Tudo indica que a comunicação social (e eu também) foi ludibriada pela central de informação do PS. Foi um golpe de génio! Goebells e Maquiável estão envergonhadissimos...

Tino disse...

amsf,
não tens informação suficiente para dizer que as fontes são a central de informação do PS, ou o PSD/Mais Sociedade/Compromisso Portugal ou a CGTP.
Quem quer que sejam as fontes que tenham manipulado a informação deverão ser denunciadas.

Alexandre Fernandes disse...

Concordo plenamente Tino! Aliás, já tinha alertado para essa intoxicação da opinião pública num post que coloquei no meu blog, e mesmo hoje bem cedinho fi-lo de novo.
Deveras lamentável!

amsf disse...

Tino

Lê lá o Memorandum da Troika e tira as tuas conclusões.

Já tirei as minhas: mentiu habilmente!

http://downloads.expresso.pt/expressoonline/PDF/memo_troika.pdf

amsf disse...

A intervenção da Troika não se trata apenas de dinheiro.
Implementar aquelas medidas, alterar legislação, forçar as empresas públicas, as autarquias, as Regiões Autónomas, os dirigentes políticos, as chefias, os simples funcionários públicos a prescindirem das suas quintinhas é uma tarefa impossível tendo em conta a cultura organizacional portuguesa. E a rapidez do calendário de implementação?!
O objectivo mais fácil de implementar será reduzir o nº de funcionários públicos na Administração pública Central e regional/local em 1% e 2% ao ano respectivamente pois as chefias mais velhas nos próximos dois meses pedirão reforma antecipada perante a tarefa hercúlea que os espera.

É agora que o AJJ desiste da vida política ou em última instância declara a independência da Madeira.

Para aquele programa ser implementado só emprestando a Portugal 500 milhões mediante cada medida ou objectivo implementado e devidamente confirmado.

Aquele programa é mais uma revolução forçada da mentalidade portuguesa do que um programa económico-financeiro!