segunda-feira, novembro 22, 2010

Diziam aqueles que tudo previram (à posteriori)

"Depois da Grécia, Portugal é a grande ameaça ao Euro", diziam há apenas 6 meses.

Agora dizem, insistindo na táctica, que depois da Irlanda é Portugal que está na mira, tentando desesperadamente desviar as atenções dos problemas de outros passarões bem maiores e bem mais difíceis de ajudar.

2 comentários:

Anónimo disse...

Depois dessa sumidade que preside ao F.M.I. e que é apontado como o futuro da esquerda europeia ter escolhido o Prof . António Borges , que tinha passado por um dos grandes culpados da crise financeira a Goldman Sachs , penso que não será preciso dizer muito mais ! Ah , também gostei da reacção do economista Nogueira Leite que veio dizer que a Irlanda cair não prova que em Portugal esteja tudo bem , afirmação lapassiana evidente mas que esconde o descontamento por ser a Irlanda esse país modelar a precisar de ajuda e não Portugal onde existe um governo que n cabeça deste senhor é o pior d mundo e arredores .
Jacinto Gouveia

amsf disse...

há e não à...

A grande ameaça ao euro é a Espanha pela sua dimensão...uma coisa é salvar Portugal outra a Espanha...


Gosto de ver os líderes portugueses se demarcarem da Irlanda como se demarcaram da Grécia. "Portugal é diferente da Irlanda."

Dois moribundos não deixam de estar moribundos independentemente de um ter sido atropelado por um comboio e outro por um automóvel. As causas da situação grega e irlandesa até podem ser diferentes das causas da situação portuguesa mas a situação é semelhante. Os respectivos modelos económicos são insustentáveis, não já no longo prazo mas no curto prazo!