"Onde a liberdade, aí a pátria"
De pequena dimensão será o grupo de pessoas que imigram, ou procuram outra pátria, onde haja menos liberdade.
Na pátria que é a língua portuguesa, nunca Saramago encontrou barreiras que lhe limitassem a liberdade. Antes pelo contrário. Mostrou a quem usa a língua portuguesa como meio de expressão que esta ainda poderia ser usada com maior riqueza, diversidade e liberdade.
Quanto à pátria portuguesa que conjunturalmente lhe tentou tirar a liberdade através da censura, logo Saramago procurou libertar-se e procurou ser acolhido noutra pátria.
Como seriamos melhores se fossemos todos capazes de apreender estas lições de liberdade.
3 comentários:
A falta de liberdade que ele teve... De atacar os políticos portugueses... A falta de liberdade que ele teve...
De atacar os nosso antepassados...
A falta de liberdade que ele teve...
De dizer que devíamos ser espanhóis...
A falta de liberdade que ele teve...
De elogiar regimes como o de Cuba...
A falta de liberdade que ele teve...
De atacar os portugueses católicos...
De facto... Ele quando vivia em Portugal, vivia asfixiado! Coitado...
De repente até pensei k s falava do ditador Socrátes que impede todos os jornalistas de publicar qualquer notícia sobre ele , como é corrobado por elementos destacados do PSD como o sr. Pacheco Pereira !
Jacinto Gouveia
p.s. - este post vem no seguimento do anterior k fala sobre asfixia em Portugal ...
Saramago, não foi nem podia ser nunca, um engraxador e lambe-botas gratuito, pois ele usava a sua cabeça, o seu ideário e era autónomo. Mesmo com a sua militância comunista, ousava pensar por si próprio e não raras vezes, foi uma voz crítica ao "seu" PCP. A grandeza dos homens faz-se pela sua autenticidade, não pelo "seguidismo acéfalo" como uma manada "encarneirada". Além do mais, foi "apenas" um Nobel português.
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