quarta-feira, maio 19, 2010

Transparência e promiscuidade

António Marinho Pinto ao DN:
Quem é advogado não deve ser deputado ao mesmo tempo. Porque, assim sendo, distorce as regras da sã concorrência entre advogados. Por outro lado, quem é deputado não deve ser advogado. Para mim é um princípio muito claro. Luto há muitas décadas por princípios e este é um desses elementares à República. Em Espanha, os deputados são obrigados a estarem em dedicação exclusiva. E não ganham muito mais que os deputados portugueses. É uma questão de transparência, de separações de funções e actividades que, em muitos aspectos, podem ser incompatíveis. Podem originar suspeições por falta de transparência e até promiscuidade.

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