quinta-feira, abril 29, 2010

Privatizar a TAP?

Não só privatizar a TAP, mas também a CP, o Metro, a Carris, a RTP, e parcialmente a Educação e a Saúde. E com isso reduzir a despesa pública até a haver superavit.
Com esse excedente, pagar a divida do Estado e descer os impostos.
Com menos divida e impostos mais baixos, aumentar a competitividade da Economia portuguesa com apoio ao investimento, à inovação e à internacionalização das empresas.
Na Madeira, acabar com as Sociedades de Desenvolvimento, com os serviços e institutos que não servem para nada, diminuir o número de autarquias e de deputados reduzindo os gastos com cargos políticos, privatizar o Jornal da Madeira, os Horários do Funchal, rever toda a política de subsídios a actividades não produtivas, e parcialmente privatizar a Educação e Saúde. Baixar os impostos. Pagar a dívida pública regional. Com o excedente, ajudar as empresas a se modernizarem, a inovarem, a prodizirem mais e melhor. Apostar na valorização das pessoas. Investir na preservação ambiental e nas energias renováveis.

3 comentários:

Luís disse...

Paulo,

Pensei que fosse socialista!

Anónimo disse...

É necessário enterrar de vez as ideologias e adoptar a flexibilidade de pensamento e acção.
O Estado deverá essencialmente ter um papel regulador. O Estado deverá garantir a Defesa, a Segurança, a Justiça, o Ambiente etc), todos os bens ou serviços que não podem ser vendidos individualmente.
Garantir um sistema mínimo de protecção aps em situação pontualmente frágil (doença, desemprego) mas de tal forma que ninguém deseje permanecer nessa situação. Existem formas de governo que só as novas tecnologias agora o permitem.

Porque hei-de pagar o policiamento (através dos meus impostos) de eventos desportivos (ralí, etc), eventos religiosos (vinda do papa)?
Porque hei-de pagar como contribuinte a promoção turística se não sou hoteleiro ou eventualmente não assista aos cortejos da flor, de carnaval, etc?
Enquanto contribuinte porque hei-de pagar o envio de militares portugueses para o Iraque ou Afeganistão?

A democracia terá que evoluir para uma democracia do contribuinte. Tal como ao preencher o IRS posso escolher uma ONG ao qual doar uma parte do IRS também terá que ser possível eu autorizar que 10% do meu IRS vá pra Defesa, Segurança e Justiça, outros 20% para políticas de Defesa do Ambiente (mas que se eu achar que estão a ser mal direcionadas possa, a meio do ano, reduzir a percentegem da minha contribuição), outros 5% para financiamente de investigação na área da saúde, outros 3% para apoio a actividades culturais minoritárias, outros 5% para apoio à difusão de Educação cívica, etc.

Em muitos campos da nossa vida é possível implementar a política do utilizador pagador e noutros onde tal não é possível permitir ao contribuinte definir que áreas é que deseja que os seus impostos financiem.

Os amantes da ópera teriam que trabalhar de tal forma que conseguissem arranjar espectadores em número suficiente para financiar os seus espectáculos e conseguirem alguns apoios do Estado se os contribuintes tivessem disponibilizado individualmente verbas para essa actividade através da declaração de IRS.

O cidadão eleitor terá que ser substituido pelo cidadão contribuinte. Só desta forma será possível que os cidadãos condicionem, a todo o tempo, a actividade governativa dos eleitos.

Abaixo as sondagens e viva o pagamento de impostos personalizado.

amsf

Bruno Freitas disse...

Sim concordo que devemos privatizar as empresas publicas mas não a saúde e a educação pois isso cabe ao governo caso contrario se colocarmos esses dois serviços aos privados pobre povo