quinta-feira, setembro 10, 2009

A sensibilidade de Jerónimo e o profundo conhecimento de finanças de Manuela.

Começando pelo fim.
Fiquei surpreendido com a leviandade com que Jerónimo de Sousa falou da "asfixia democrática" na Madeira.
Não é numa viagem de carro com os camaradas, entre o aeroporto e a rua da Carreira, que Jerónimo de Sousa iria aperceber-se da areia na engrenagem da democracia madeirense, mas tinha a obrigação de conhecer, através dos seus camaradas, todos os atropelos democráticos perpetuados pelo PSD-M de Alberto João de que os seus camaradas são também vitimas.
A falta de comparência de AJJ à apresentação de uma moção de censura por parte do PCP-M é disso um bom exemplo.

Já quanto ao facto de uma candidata a 1ª ministra, e ex-ministra das finanças, não fazer a mais pálida ideia de quanto é a taxa máxima de IRC, ou não ser capaz de distinguir entre o IRC e o IRS, é de uma gravidade reveladora.
É esta mesma senhora que diz que é preciso rigor, mas tropeça no mais básico dos conhecimentos.
Percebe-se assim, porque foi MFL aconselhada/obrigada a manter o silêncio durante tanto tempo. A sua atracção para a asneirada e revelação de ignorância são gigantescas. Só calada é que passa por doutora.

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