sábado, abril 04, 2009

Refresh

A política, como quase tudo na vida, faz-se de resultados. Sem resultados, rua! Assim.
As promessas foram várias. Desde garantir maior autonomia à federação, constituição de grupos de trabalho locais, gabinete de estudos, combate à corrupção, etc. Passaram dois anos e qual o balanço?
Fica o desafio. O resto são estórias.

5 comentários:

Anónimo disse...

"Assim, se vier a protagonizar esta "Candidatura Institucional e de Transição", não serei parte activa, em termos de disputa eleitoral, no Congresso de 2009.
Assinado: João Carlos Gouveia
14 de Maio de 2007

Rui Caetano disse...

Caro Cláudio, discordo totalmente.
Com esse raciocínio queres dizer que todos os candidatos às autarquias têm de ir para a rua. Não trouxeram resultados positivos. Assim, estás a dizer que o Carlos Pereira e todos os candidatos no Funchal, tu inclusive, como candidato à Assembleia Municipal, e todos os outros têm de ir para a rua e não podem ser de novo candidatos.
Não posso concordar com essa tua ideia porque tanto tu como o Carlos Pereira, como o Paulo Barata, o Sérgio, como todos os outros são pessoas bastante válidas e não podem ser atiradas para a rua.

Alexandro Pestana - www.miradouro.pt disse...

Podem haver surpresas! lol, Vamos esperar.. Até o lavar dos cestos é vindima :)

Paulo Barata disse...

Rui

não vale misturar alhos com bugalhos.

Tu bem sabes que o Cláudio não se refere a resultdos eleitorais, pois esses estão totalmente na disponibilidade dos eleitores.

O Cláudio fala de resultados na gestão do partido. E a comparação que tem de ser feita entre o que foi prometido e o que foi feito.

Paulo

amsf disse...

Sinceramente já não sei o que diga! O problema do PS/M não é apenas a sua direcção (ontem e hoje) mas a sua cultura organizacional.
Esqueçam as eleições, esqueçam a política e dediquem-se a dinamizar as relações entre os militantes de uma mesma concelhia (no mínimo). Atrevia-me a afirmar que não faria mal a cada concelhia organizar uma espécie de "retiro" (fim de semana) para os seus militantes se conhecerem melhor e até desabafarem (terapia de grupo?).
Têm uma carrinha de nove lugares e um militante que possa fazer um part-time como condutor? Disponibilizem-na de forma rotativa (Sábado, Domingos, Feriados) pelas concelhias de forma a que os "militantes" mais dinâmicos façam uma "levada" fortalecendo assim os laços de grupo e dando perante terceiros uma imagem de força que os fará pensar em aderir.
Esqueçam os grupos de trabalho que acabam por ter uma vida curta e produzir resultados que não interessam a ninguém e até dar origem a facções política. Um brain-storming atempado (via internet) como resposta política a qualquer evento político é mais aliciante para os seus participantes e provavelmente mais eficaz para a estratégia de comunicação do partido com a opinião pública. O PS/M não tem os incentivos materiais de que dispõe o PSD/M pelo que terá que recorrer a outros incentivos.

Suspeito que os militantes de base do PS/M (aqueles que não só não ganham nada com a política mas que perdem profissionalmente e socialmente com a política)começarão a debandar! E não pensem as eventuais facções que os conseguirão recuperar!

Sinceramente não sei porque me dou ao trabalho de escrever............