Em apenas 14 anos (1989 a 2003) quase metade das explorações agrícolas foram destruídas e desapareceu quase um terço da área útil agrícola da Madeira.
A banana, o produto característico da nossa agricultura, viu decrescer em 27% o seu peso na superfície agrícola útil.
A esmagadora maioria dos agricultores vive no limiar da pobreza. Cerca de metade dos 36.000 agricultores tem mais de 65 anos e resiste à custa de pensões de sobrevivência pagas pelo Estado.
Apenas 0,8% dos agricultores participaram em acções de formação profissional.
Só entre 1995 e 2003 (8 anos) o número de produtores agrícolas diminuiu cerca de 20%.
O sector agro-florestal está a perder competitividade e, entre 2002 e 2003, pesava apenas 2,3% do valor acrescentado bruto da nossa economia.
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