sexta-feira, março 27, 2009

Frase do dia

Se as eleições fossem hoje a taxa de abstenção ficaria perto dos 100%...pelo simples facto das pessoas não saberem que hoje havia eleições.

Ouvido no Portugalex

4 comentários:

amsf disse...

LOL!

Acredito numa abstenção, na Madeira,superior aos 50% em qualquer dos actos eleitorais que se avizinham!

Anónimo disse...

O que acho mesmo é que ninguem devia votar...
gostava de ver como resolveriam que seria governo e oposição onde estaria a ligitimidade de quem quer que fosse governo... adoraria ver cara desses politicos todos

amsf disse...

Este "sistema" só ainda não caiu de podre porque a "oposição" na estratégia e táctica do AJJ ocupa duas funções; por um lado funciona involuntariamente como inimiga do PSD/M e dos madeirenses e por outro lado acaba por fazer o papel de consciência crítica do PSD/M. O PSD/M de AJJ, pela sua natureza centralista e despótica, não tem nem pode ter consciência crítica. Essa insuficiência é superada pelo papel que a oposição ocupa no sistema político madeirense. A "oposição" serve os interesses de longo prazo do PSD/M quando crítica os poderosos, quando reinvindica soluções para acudir aos excluídos, quando apela à construção de pequenos acessos, quando exige aumentos salariais, etc, etc!
Por mais que custe a "oposição" deve adoptar um "low profile" nos meios de comunicação social e apostar mais nos blogs e grupos mais restritos que possam funcionar como fazedores de opinião.
A luta política na Madeira terá que ser feita como no Judo. Neste desporto o mais "agressivo" acaba por ser derrotado pelo menos agressivo pois este aproveita o balanço daquele para o projectar ao solo.
A afirmação, descoberta e formação dos líderes da "oposição" terá que ser feita no seio desses grupos de "opinion makers" para que aqueles não estejam sujeitos à desconsideração pública a que o AJJ nos tem habituado.
O PSD/M cairá de podre, só falta saber se "brevemente", dando assim a possibilidade a quem o suceder de recuperar a Madeira, ou se tardiamente impossibilitando uma recuperação económica e social saudável!

Anónimo disse...

Só é pena não haver "opinion makers" na Madeira