terça-feira, março 24, 2009

camera-based interaction on a netbook magalhaes


Vejam lá a brincadeirinha que a YDreams, uma empresa de software portuguesa, das melhores do mundo na sua área, fez para o magalhães. Digam lá se o pequeno notebook português pode ou não ser uma porta de saida para o bom que se faz em Portugal?

8 comentários:

Anónimo disse...

ouve lá, e tu insistes na p... da mentira.

depois queixa-te se eu afirmar que engoles toda a m... que o teu partido te vende...

sancho Gomes

Anónimo disse...

O MAGALHÃES


Nos seus tempos de PM, Mário Soares era acusado de ser um caixeiro-viajante. Mário Soares viajou por todo o mundo. Dizia-se nessa altura que a diferença entre Mário Soares e Deus, era: Deus está em toda a parte, e Mário Soares já lá esteve.

Nas suas deslocações ao estrangeiro, Mário Soares levava sempre consigo uma considerável comitiva de empresários, para que estes fizessem os seus negócios. Cavaco Silva fazia mais ou menos o mesmo, bem assim como todos os outros primeiros-ministros que tivemos depois do 25 de Abril. Até que chegou a S. Bento, um primeiro-ministro com nome de filósofo grego, mas mais virado para a política e para as actividades comerciais do que para a filosofia. Este sim, um autêntico caixeiro-viajante. Viajando menos que Mário Soares, em vez de levar empresários, Sócrates leva consigo a mercadoria, promove-a e vende-a ele mesmo.

O computador Magalhães, esteve com todo o a propósito, na ultima Cimeira Ibero-Americana. Só a Hugo Chaves, presidente da Venezuela, Sócrates vendeu um milhão de "Magalhães". Para onde vai, Sócrates viaja de pasta de "catálogos" na mão.

Estamos em crise e precisamos de empresas, de produzir, de emprego e de exportar como de pão para a boca.

O Magalhães é fabricado em Portugal por uma empresa portuguesa. Está a vender-se bem cá dentro e lá fora.

Mas que importa este sucesso, se o que nós gostamos mesmo é de dizer mal do que é nosso e de nós mesmo?

Que importa que se vendam lá fora, milhões de computadores fabricados em Portugal, com o nome desse extraordinário navegador português, no qual o Portugal de então também não acreditou, nem se importou com o seu valor, ou com o prestígio e influência que nos iria trazer?

Que nos importa a nós, que o computador Magalhães, contrarie hoje a tendência geral?
O que nos importa, é que nem todos os componentes do Magalhães, são fabricados em Portugal.
Componentes que fabricamos para algumas industrias estrangeiras, também não nos interessa nada.
O que nos importa, são os erros ortográficos dos programas do Magalhães, que para vergonha nossa, são obra de um analfabeto com a 4ª classe.
O que nos importa é que o nosso PM, anda a vendê-lo ao "ditador" fidelista Hugo Chaves, e a "impingi-lo" aos negros em África.
O que nos interessa, é que o Sócrates anda a aproveitar-se eleitoralmente do Magalhães como se este fosse obra sua.
O que nos importa é aquela pega inestética do Magalhães.

O que importa é dizer-mos mal do país. Do que somos e do que fazemos. Se calhar merecemos a sorte que temos.

in http://opalanegra.blogs.sapo.pt/

amsf disse...

Tino

Tás lixado...o Sancho ou não sabe inglês, ou não leu o título pelo menos ou não viu o vídeo mas vê-se que a palavra Magalhães não lhe passou despercebida e é-lhe alérgica!

Por acaso já vi um vídeo da Midia Lab (TED) que já avançou muito na interactividade homem-máquina-realidade exterior ai demonstrada!

Tino disse...

Sancho,
Qual é a puta da mentira?
Que a Ydreams é portuguesa?

http://www.ydreams.com/ydreams_2005/index.php?version=1&lang=pt

Em vez de dizeres asneiras podias, de vez em quando, valorizar aquilo que temos de bom ou fazemos bem.

3RRR disse...

Tino, o teu computador é um Magalhães?

Tino disse...

Neste momento não tenho computador pessoal.
Mas a minha mãe tem um magalhães.
Posso garantir que é sem dúvida o melhor computador em relação qualidade/preço para quem precisa apenas de aplicações básicas e acesso à internet.

Scherzan disse...

A funcionalidade do magalhães já esteve em causa. Ou por anomalias do produto e do software, ou por simplesmente ser feio.
É uma ferramenta útil de facto e aparentemente a baixo preço.
No entanto a minha opinião vai que é desnecessário um PM português fazer figura de urso em cimeiras internacionais, como se de um vendedor barato se tratasse.
Há empresas responsáveis pela dinamização e publicidade de produtos nacionais. Mais uma vez o Sócrates tirou empregos impedindo que essa promoção fosse feita pelas ditas empresas.
Nós vangloriamo-nos que vendemos 1 milhão de Magalhães à Venezuela assim como eles se vangloriam que venderam o conteúdo de um petroleiro a Portugal.
Resultados? O preço da gasolina não baixou, e nunca mais se ouviu falar da venda de grandes remessas do dito computador.
A pergunta que faço é: será que foi troca por troca?

3RRR disse...

Não admiraria, Scherzan.