É lamentável que haja vitimas civis no conflito entre o Estado de Israel e o grupo terrorista Hamas.
Essas vitimas existem quer de um lado quer do outro. É verdade que os palestinos são vítimas dos dois lados enquanto que os israelitas são vitimas apenas dos ataques do Hamas.
É frequente o Hamas usar instalações religiosas, hospitais, escolas, bairros residenciais, etc. para instalar as suas bases militares, tornando todos esses lugares em alvos do exercito israelita.
O drama de tudo isto é que quanto mais inocentes civis morrerem do lado palestino mais fortalecido sai o Hamas e outras organizações terroristas que não querem e nunca quiseram a paz.
A forma que o Hamas encontrou para combater um inimigo com um poder desproporcionalmente mais forte é precisamente usar a morte da sua população em beneficio próprio.
É por isso que neste conflito entre Israel e o Hamas (não a palestina) dou o meu apoio a Israel, sendo certo que cada vítima civil do lado da palestina será um desvio em relação aos objectivos de acabar com os grupos islamicos terroristas e será uma derrota nos objectivos desta acção militar.
8 comentários:
Tino
Talvez não saibas mas também existe terrorismo de estado!
Infelizmente esta situação já dura há décadas pelo que não possível afirmar quem é que tem e quem é que não tem razão!
Quem faz e escreve a história são os vencedores e os vencedores, normalmente, são aqueles que têm melhor tecnologia militar e que melhor sabem "comunicar" com a opinião pública.
Os tais que sabem "comunicar" bem parece que primeiro lançam panfletos a pedir aos cívis que se refugiem em "lugares seguros" e depois bombardeiam-nos nesses lugares. Lembro que esta escola gerida por uma agência da ONU, onde morreram c/ de 45 pessoas, não era uma "madrassa". Recordo-me de esses srs, há c/ de 10 anos, terem bombardeado instalações da ONU no Libano que serviam para acolher refugiados palestinianos, matando c/ de 180.
Os tais que sabem "comunicar" bem parece que primeiro lançam panfletos a pedir aos cívis que se refugiem em "lugares seguros" e depois bombardeiam-nos nesses lugares. Lembro que esta escola gerida por uma agência da ONU, onde morreram c/ de 45 pessoas, não era uma "madrassa". Recordo-me de esses srs, há c/ de 10 anos, terem bombardeado instalações da ONU no Libano que serviam para acolher refugiados palestinianos, matando c/ de 180.
Neste conflito tanto os palestinianos como os israelitas têm alguns pontos de vista que merecem o meu apoio e outros que não.
Obviamente que Israel tem o direito de se defender de organizações como o Hamas que procuram apenas a destruição e o conflito como forma de aumentar o seu poder.
Da mesma forma que os palestinianos têm direito a um país soberano.
Dos dois lados existem moderados que procuram apenas a paz...e dos dois lados existem fundamentalistas capazes de matar os próprios concidadãos para que a paz não chegue.
A paz traria vantagens a ambos os povos...a guerra interessa a alguns que vivem e enriquecem com ela!
Uma pergunta ao bloger, mas sem ofensa, sff:
Sabe quem é que financiou e armou o Hamas?
Pergunte-me.
MFerrer
MFerrer
O Hamas, inicialmente, surgiu tal como muitas organizações cristãs de apoio social e nesta fase contou com algum apoio de Israel como forma contrabalaçar a influência da Fatha (OLP) do Arafat e depois, como seria natural politizou-se, perante as dificuldades sociais a que assistia. Se na Madeira um padre Martins, um padre Edgar, um padre Tavares se politizaram ao se confrontarem com os problemas sociais das populações imaginem lá como seria!!! Na faixa de Gaza o Hamas não é simplesmente o governo...o Hamas é a Santa Casa da Misericórdia, é o Banco Alimentar, é a Cruz Vermelha, é a Casa Pia (utilizo esta terminologia para que se perceba que o Hamas não é simplesmente um grupo que no seu desespero e sede de vingança lança uns foguetes sem qualquer valor militar)!
Para o AMSF aquela mãe palestiniana que gritou "Que Deus extermine o Hamas!" ao encontrar metade do corpo da filha, era uma encenação da CIA...
O Hamas é a casa de misericórdia para a faixa de Gaza, como o PSD-M é para a Madeira: ninguém os suporta, mas tem que aturá-los, por cobardia ou instinto de sobrevivência.
Mas falando em genocidas, o nosso amigo Obama escolheu um fresquinho para director nacional da inteligência Americana. Os nossos amigos farpistas, que tanto discurso do Obama publicaram neste blogue, ou andam distraídos, ou estão com dificuldades em digerir o sapo...
Caro anónimo
Não lhe possa responder sobre essa história sem que me dê a fonte dessa "notícia"...Israel tem a Mossad para essa coisas, não precisa da CIA, sem falar na complacência dos meios de comunicação ocidentais...e da própria opinião pública ocidental que se identifica mais facilmente com um israelita, desde que não use os seus apetrechos de ortodoxo, do que com muçulmano.
A história é feita pelos vencedores e estes não o são por designação divina mas devido às capacidades técnicas superiores e à sua capacidade de comunicação (propaganda)! Os índios foram quase exterminados nos EUA por incapacidade técnica e não porque não tinham razão ou porque eram terroristas. Israel constitui-se como Nação porque lutou contra os ingleses nos anos 30 e 40 na Palestina e porque o mundo sentiu-se moralmente obrigado a lhes conceder uma pátria depois dos campos de concentração...lutaram usanda a técnica terrorista de contrário não teriam obtido uma pátria só porque Hitler os havia massacrado!
Quanto às nomeações do Obama, algumas recuperam os defensores da desregulamentação que conduziu a esta recessão, a mulher já o avisou que não quer ver a Mónica Lewinski na sala oval! LOL!!!
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