terça-feira, dezembro 02, 2008

Sondagem

Segundo uma sondagem do Semanário Económico e da Marktest, o Partido Socialista representa 40,1 por cento das intenções de voto dos portugueses. Uma tendência crescente que contrasta com a queda do Partido Social-Democrata que, de acordo com esta sondagem, tem apenas 26,4 por cento das intenções de voto dos inquiridos.

No mês de Novembro, o PS subiu de 38,9 para 40,1 por cento , um salto que coloca o PS cada vez mais perto da maioria absoluta. Por outro lado, os resultados da sondagem demonstram o fosso ente o PS e o principal partido da oposição. O PSD em apenas seis meses caiu 6,4 por cento.

Por seu lado, o Bloco de Esquerda é agora a terceira força política do País com 13,1 por cento das intenções de voto ultrapassando o Partido Comunista Português que caiu para os 10 por cento. Uma queda que também atingiu o CDS-Partido Popular com apenas 6,2 por cento das intenções de voto dos portugueses.

2 comentários:

Anónimo disse...

PS salva gente grada!

Gente grada
Era fatal que, estando em risco a fortuna de tantas figuras gradas e de tantas respeitáveis instituições, o BPP "tinha" de ser salvo, apesar da sua irrelevância no sistema financeiro e na economia real (como aqui se registou)...
Para falar só nos grandes accionistas, quanto é que Rendeiro, Saviotti, Balsemão, Vaz Guedes e Cia. -- que vêem o banco e o seu próprio cabedal salvos da falência -- ficam a dever à diligência de Constâncio para encontrar uma solução e à disponibilidade do Governo para dar o aval do Estado à operação de resgate do BPP por vários bancos comerciais?
O mínimo que se pode exigir, a bem da transparência, é a divulgação de todos os pormenores da solução encontrada e, já agora, da identidade dos felizes contemplados com esta antecipada prenda natalícia...
[Publicado por Vital Moreira] [2.12.08] [Permanent Link]

Anónimo disse...

Este propagandista do PSD-M deve achar que a crise que atingiu o BPN nunca lhe ia chegar à porta...
Será que ainda não percebeu que a falência do BPN/BPP acabaria por nos afectar a todos?
Sou a favor da estabilização da economia Portuguesa mas também defendo que devem haver graves consequências legais para os "gestores" que deixaram as entidades bancárias chegar até este ponto.