E que tal um modelo de gestão escolar onde fizessem parte da direcção os professores, os pais, autarcas e representantes da comunidade e onde a direcção da escola tivesse autonomia total para avaliar, seleccionar e contratar/despedir os seus professores?
E que tal se o ranking das escolas fosse um dos critérios para a avaliação de todos os professores dessa escola?
E se os rankings internacionais (p.ex. PISA) fossem outros dos critérios de avaliação de todos os professores do País?
6 comentários:
A avaliação por ranking de escolas, seria uma injustiça para quem lecciona em bairros problematicos , não acha?
É nem por sombras poderiam eles subir na carreira, mesmo que se escalfassem. A esses sim, deveriam ter honras de subir sem avaliação porque estão em campo de batalha.
Quanto a mim, a melhor forma de avaliar é através da auto avaliação. Estabelecer objectivos no ensino. Quem os cumprir será bonificado, quem não o fizer,é obvio que não será.
Mas no meio desta coisa toda, porque não são avaliados também os funcionários das escolas, de limpeza e outros? É que vai muito baldice por tanto estabelecimento de ensino.
Sherzan,
como é obvio o que conta não é estar mais à frente ou a trás no ranking mas sim a progressão no ranking, ou seja, os professores de uma escola que estava em 100º e passa a para 50º tem muito melhor classificação que os professore duma escola que estava em 50º e passa para 49º.
O que conta é a progressão e não o lugar na tabela.
Scherzan
Como já disse o Tino, as escolas com má posição no ranking atribuiriam uma bonificação aos professores cujas turmas tivessem melhorado de tal forma que a referida escola obtivesse uma melhor posição em comparação com o ano anterior!
Os funcionários não docentes são avaliados pelo SIADAP e é essa avaliação que os faz progredir ou não na carreira! Como é evidente o sistema permite o "amiguismo"!
Mesmo assim amsf, estes professores partiriam ao desvantagem e terão muito mais trabalho. para além de que muitas vezes têm a vida em jogo ou pelo menos a integridade física. Veja o que aconteceu muito recentemente em Matosinhos. Há coisas que merecem ir ao lugar de uma vez por todas, mas a lei não deixa.
Tino,
é deconcertante a forma como não atinas uma no que respeita a educação. É cada tiro, cada melro. Se pensasses seriamente a educação, de uma forma estratégica, verias o quanto descabidas são as tuas opiniões.
E não me peças para argumentar. Porque também deves conhecer o provérbio da água e do sabão.
Ah e se quiseres opiniões fundamentadas, pergunta aos teus camaradas de partido Miguel Fonseca e André Escórcio (e estou convencido que muitos mais te poderão ilucidar)
Sancho,
Em primeiro lugar gostava de dizer-te que à parte dos objectivos, as escolas não são organizações substancialmente diferentes de tantas outras que existem na sociedade.
Segundo, não partilho contigo, nem com muitos colegas do meu partido, que a escola é dos professores e apenas estes devem pensar a escola.
Terceira, o modelo de autonomia escolar que eu falo no principio do post não saiu da minha cabecinha. Tem sido defendido por muitas pessoas entre as quais o Professor António Barreto.
Por fim, não me parece nenhum absurdo que a melhoria da qualidade dos professores, das escolas e do sistema de ensino nacional tenha de ter referenciais ou termos de comparação fora da própria organização.
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