Discordo completamente da medida do Governo da República que permite a contratação pública por ajuste directo de empreitadas até 5M€.
A crise não justifica o retrocesso na transparência, nem justifica que o estado gaste mal.
Ainda por cima, 2009 será um ano de muitas eleições, e de muitas tentações para os governantes e para os autarcas, onde a tentativa de "comprar" eleitores, por um lado, e agradar aos financiadores dos partidos por outro, pode levar a que se gaste muito e mal.
Que se aligeirem os prazos dos concursos e pague-se atempadamente, mas nunca dar este passo atrás na transparência e na boa governação.
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