O ex-presidente do PSD abandonou a actividade parlamentar e como tal, tem direito a um escandaloso subsidio chamado de subsido de reintegração, que é proporcional ao nº de semestres de actividade parlamentar.
No entanto a sua reintegração foi bastante rápida, uma vez que foi convidado para ser administrador-delegado de uma empresa ligada ás energias renováveis, a Nutrom Energia.
Esta empresa é um consórcio entre a Siram, a Nutrom e a JVC.
Não tenho nada a ver que uma empresa privada contrate quem bem entender, só não acho aceitável que a Assembleia da República page o subsidio de reintegração a alguém que não tem dificuldade em integrar-se em qualquer actividade.
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