No dia 10 de Julho deste ano, eu escrevi neste blog esta afirmação sobre o FunchalCentrum (Dolce Vita) e o comércio tradicional:
"(...) É pena que a opção de Miguel Albuquerque tenha sido, e teme-se continue a ser, a nova construção com concentração maciça de habitação, escritório e lojas num só local, como é o caso do Funchal Centrum. Este empreendimento pode vir a ser muito lucrativo para os seus promotores, mas será um duro golpe numa cada vez mais difícil recuperação da Baixa funchalense e arrasa de vez o comércio tradicional."
Hoje, Luís Filipe Malheiro escreve no seu blog, sobre o mesmo tema, isto:
"(...) há uma espécie de pânico controlado entre o chamado pequeno comércio tradicional da baixa citadina, perante o impacto da abertura de uma grande superfície – o “Dolce Vita” – que ficará localizado no Funchal Centrum. Julgo que se não forem tomadas medidas urgentes (...) a situação descontrolar-se-á e teremos o encerramento de pequenas unidades comerciais, com tudo o que isso representa."
1 comentário:
Na altura da construção do Estádio do Dragão, financiado pelo Grupo Amorim (Dolce Vita), o mesmo do Funchal Centrum, que é o actual responsável pela exploração comercial do Estádio tiveram que negociar com a Associação de Comerciantes do Porto de forma a haver contrapartidas para o comércio tradicional.
Porque não se faz isso aqui no Funchal? A CMF não tinha uma palavra nesta matéria?
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