segunda-feira, julho 23, 2007

Segredo de justiça II


Quando a manipulação de provas usando o segredo de justiça, e a manipulação de informação foram usadas como nunca em Portugal para atacar o líder da oposição, Ferro Rodrigues, estando metido nessa nojeira até altos dirigentes da PJ, a Ministra da Justiça era esta senhora que é militante do PP e foi nomeada por Portas que na altura era o n.º 2 do Governo.
Nessa altura Portas não andava indignado com o Estado!

3 comentários:

Roberto Rodrigues disse...

Ao Paulo Barata,

O senhor sabe melhor do que eu que esse tipo de acusações ou se provam ou então desacreditam a quem lança tais acusações ou "boatos".

O senhor também sabe que a Justiça em Portugal nunca esteve "controlada" por pessoas do CDS, o meu Partido não tinha nem tem tanta "força" para isso!, sabe que grande parte das pessoas que nesta área trabalham tem afinidades políticas "mais a esquerda", pelo que para além de infundadas acusações, resbala para mais uma incongruência que nos meios profissionais em que o senhor se movimenta, provocarão algumas gargalhadas!

Cumprimentos

Roberto Rodrigues
Cortar (d)a Direita

Paulo Barata disse...

Caro Roberto,

eu não disse que a justiça estava "controlada". Nem acusei o CDS de manipular a Justiça.

O que eu escrevi foi que na altura em que a Ministra da Justiça era do CDS e o Portas o n.º 2 do Governo aconteceram coisas muito graves sem que essas personalidades se manifestassem contra.

Ora, como é óbvio não existe qualquer incongruência nas minhas afirmações.

Acalme-se, respire, leia de novo com calma e vai ver que os factos são só isso factos.

amsf disse...

Caro Roberto Rodrigues

"esse tipo de acusações ou se provam ou então desacreditam a quem lança tais acusações ou "boatos".

Era bom que assim fosse mas tal não é verdade. Independente de ser verdade ou não e apesar de se provar o contrário o indivíduo que cai nas bocas do mundo fica queimado. Todos nós, uns mais do que outros, contribuímos para este fenómeno pois regozijamo-nos e ampliamos o "boato" mesmo que não acreditemos no mesmo.
Geralmente os inocentes deixam a política ou acabam em lugares modestos da burocracia partidária enquanto que os culpados, que são mestres na utilização desse tipo de métodos seguem em frente e têm sucesso. Não tenha pena do Paulo Portas pois se por acaso é inocente estará apenas a provar do seu próprio veneno e suspeito que ele faz parte do lote dos últimos referidos.