A Madeira, à custa das façanhas do PSD, continua a ser o exemplo para a falta de democracia, de liberadade e de responsabilidade na gestão pública.
Com estas atitudes, os centralistas - aqueles que estão sempre com um pé atrás relativamente às autonomias - ganham argumentos e força moral para se oporem ao aprofundamento das autonomias insulares.
Desta vez o exemplo foi o regimento da ALRAM que simplesmente impede que este órgão cumpra o objectivo para o qual foi criado: fiscalizar a acção do governo regional.
O Estatuto Político e Administrativo da Madeira (EPAM) consagra a ALRAM como o primeiro órgão da Autonomia, mas o PSD, com este regimento, deitou o EPAM no caixote do lixo e anulou o papel da ALRAM. Hoje, a ALRAM não serve para nada.
Há algo mais anti-autonomista do que matar o primeiro órgão da autonomia?
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