quarta-feira, agosto 02, 2006

Nova Flama

Ando farto de, como madeirense que sou, ser confundido com a corja que só abre a boca para dizer asneiras no chão da lagoa.
Pior que as palavras só mesmo os seus actos. Esta gente nem com os rios de dinheiro que vieram da solideriedade da UE e do resto do Pais (quer gostem de ouvir ou não, esta é a realidade), conseguiram foentar um tecido empresarial auto viavel, isto é, menos dependente do investimento público. Agora querem atribuir as culpas próprias a terceiros, como é hábito nas pessoas sem escrúpulos.
Já é altura de o povo madeirense se libertar destes parasitas.
Proponho a criação dum movimento de pessoas determinadas a pôr esta gente fora da Madeira, a Nova Flama, uma nova Frente de Libertação da Madeira, que nos livre realmente destes energumenos com vicios de ditadura.

2 comentários:

Michelangelo disse...

Tino, concordo que o Chão da Lagoa é um chão fértil em disparates, onde podem ser avistados todos os parasitas do regime regional.

Contudo não julgo haver razão para te sentires farto. Apenas alguém tão parvo como essas personagens que aparecem no Chão da Lagoa pode confundir o AJJ e os seus lacaios com todos os madeirenses. Evidentemente que, e infelizmente, em termos percentuais o número de ignorantes de Portugal Continental é igual ao da Madeira...

Finalmente tenho que discordar contigo quando dizes: 'Esta gente nem com os rios de dinheiro que vieram da solideriedade da UE e do resto do Pais (quer gostem de ouvir ou não, esta é a realidade), conseguiram foentar um tecido empresarial auto viavel, isto é, menos dependente do investimento público.'

O dinheiro que veio da UE pode ter sido por solidariedade mas também tem outras intenções...

Em relação ao dinheiro que vem do OE é tudo menos solidariedade! Esse dinheiro é de Portugal e, da última vez que investiguei, a Madeira era Portugal.

Por fim, não cabe ao Estado fomentar um tecido empresarial auto-viável...cabe a cada pessoa, a cada empresário, que decida investir e criar riqueza!

Anónimo disse...

Somos dois, vamos por fim a isto. Não somos nenhuma colonia.