"Ouço Alberto João Jardim no Chão da Lagoa. Quando é que alguém cala este energúmeno e os seus acólitos? Dêem a independência à Madeira e deixem de pagar as dívidas vergonhosas deste território. Eles que as paguem.
E ensinem a Alberto João que aquela linguagem é própria de um carroceiro.”
Qualquer madeirense minimamente inteligente não pode ficar indiferente quando lê um dos mais proeminentes intelectuais portugueses escrever num jornal de referência isto sobre a sua região. E o que é triste é que ele tem razões de sobra para reagir desta forma. Não da parte dos madeirenses. Mas da parte desse grotesco ser que nos envergonha a todos e dessa corja que ulula à sua passagem. Degradante.
Qualquer madeirense minimamente inteligente não pode ficar indiferente quando lê um dos mais proeminentes intelectuais portugueses escrever num jornal de referência isto sobre a sua região. E o que é triste é que ele tem razões de sobra para reagir desta forma. Não da parte dos madeirenses. Mas da parte desse grotesco ser que nos envergonha a todos e dessa corja que ulula à sua passagem. Degradante.
1 comentário:
Sempre achei piada a pessoas que se vergam aos comentários de outros apenas porque, supostamente, são proeminentes intelectuais...
No fundo é a mesma razão porque muitas pessoas seguem de forma 'carneirista' AJJ.
Neste caso concreto não posso deixar de afirmar que estas declarações, deste suposto iluminado intelectual, são quase tão parvas quanto as do AJJ e seus lacaios!
Primeiro: num estado democrático ninguém tem o poder de calar ninguém. Pode-se concordar ou não mas a censura felizmente já acabou (apesar de continuar a verificar que neste blog persiste...).
Segundo: As dívidas da Madeira não são vergonhosas, nem as dos Açores nem as das Câmaras Municipais. Verdadeiramente vergonhoso é a mania, clara também neste Governo, de centralizar o poder e o dinheiro em Lisboa. As regiões mais desenvolvidas deste planeta à muito que já aplicam verdadeiras políticas regionalistas, em que se acredita que quem está mais perto das populações é mais capaz de detectar as necessidades que um Estado Central distante e muitas vezes autistas!
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