
A partir do momento em que o PS ganhou as eleições legislativas de 2005, já se sabia que Alberto João Jardim iria abrir um “conflito” com o Governo central e com base em duas justificações. A primeira seria que o PS-Madeira estaria a pressionar o Governo para que este diminuísse as ajudas à Região e a segunda que o Governo da República estaria a discriminar a Madeira e a beneficiar os Açores.
E como é que se sabia isto?
Basta ir consultar os jornais regionais nos anos em que o PS foi Governo, nomeadamente entre 1997 e 2000, porque está lá tudo. Não só todos sabíamos que isto ia acontecer, como sabíamos como ia acontecer e já sabemos o que vai acontecer. Para refrescar a memória, ficam aqui algumas declarações de Jardim contra o Governo de Guterres e a confissão da mentira:
E como é que se sabia isto?
Basta ir consultar os jornais regionais nos anos em que o PS foi Governo, nomeadamente entre 1997 e 2000, porque está lá tudo. Não só todos sabíamos que isto ia acontecer, como sabíamos como ia acontecer e já sabemos o que vai acontecer. Para refrescar a memória, ficam aqui algumas declarações de Jardim contra o Governo de Guterres e a confissão da mentira:
1) A confissão da estratégia baseada numa total falta de escrúpulos:
“[quanto ao relacionamento com o Governo Socialista] Eu sou uma pessoa muito fria, ao contrário do que pareço cá fora. Tanto faço “show off” num sentido, como o faço no sentido contrário.” AJJ no DN-M de 10 de Novembro de 1996
2) O argumento 1 – “A Conspiração”:
“Toda a gente sabe que o Governo Central estava a ser extremamente pressionado pelo PS da Madeira, no sentido de não fazer qualquer concessão Região.” AJJ no DN-M - 1 de Fevereiro de 1997
3) O argumento 2 – “A discriminação”:
“(…) a Região é prejudicada por uma inadmissível discriminação relativamente aos Açores.“ AJJ no DN-M 16 de Setembro de 1999
4) Confissão de que mentiu sobre o Governo do PS, liderado por Guterres
“Só com o Primeiro-Ministro António Guterres e com o Ministro das Finanças Sousa Franco, (...) honra seja feita aos dois então governantes, é que foi estabelecida legislação que fixou o quadro do relacionamento financeiro entre a República e as duas Regiões Autónomas, nomeadamente através da Lei de Finanças Regionais, bem como foram pagas as indemnizações devidas à Madeira, conforme o nosso Estatuto, pelas privatizações com incidência no nosso território.” AJJ no JM de 20 de Julho de 06 (esta semana)
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