A "democracia" do PSD-M, sob a liderança Jardim, esse grande "democrata" formado na Escola do Estado Novo e desse grande intelectual que é Jaime Ramos, não para de se mostrar cada vez mais a cru. Desde que começou este mandato em 2001, que os exemplos são inúmeros. Começaram por querer impedir a todo o custo que a Lei Eleitoral para a madeira fosse alterada para manter uma lei injusta e inconstitucional que só servia aos seus interesses pessoais. Pelo meio fizeram uma trafulhice com as propostas de decreto legislativo regional, acordando numa redacção e apresentado outra. Depois o seu líder fez um discurso xenófobo contra a presença de estrangeiros em Portugal, chamou os jornalistas de filhos da p. e disse que o Marques Mendes era uma mole e o Pacheco Pereira uma diletante imprestável.
Avançaram airosos para um voto de louvor e uma salva de palmas pelo chefe ter chamado de filhos da p. aos jornalistas, sem perder o ritmo aprovaram um pedido de avaliação mental ao deputado João Carlos Gouveia e meteram uma queixa disciplinar ao Prof. Virgílio Pereira. Como a Liberdade e Democracia não lhes diz nada, decidiram pela não comoração do 25 de Abril.
Bateram-se pela continuação da pouca vergonha de haver interesses públicos e privados misturados e contra a Lei das Incompatibilidades. O seu Chefe ia incitando ao não cumprimento da lei pelos autarcas e a ameaçar os "gangs". Pararam.
Juntaram-se em Congresso e foi um fim de semana com uma linguagem de fazer corar uma peixeira da lota de Matosinhos. Animados decidiram que a Autonomia é deles e de mais ninguém e avançaram com a lei da rolha para os outros Partidos políticos.
De facto, Alberto João Jardim tem razão quando diz que na Madeira existe um grupo de políticos “foleiros” e “patas rapadas” que prejudicam a qualidade da democracia na Madeira e o seu desenvolvimento. Totalmente de acordo. Subscrevo na integra. Tem razão, sim senhor. E é bom que os madeirenses saibam que essa é a verdade e reflictam serieamente sobre isso. Basta pensar um pouco que os madeirenses possam facilmente identificar esses tais políticos “foleiros”, “patas-rapadas” e “mal educados”.
Querem pistas? Aqui vão:
1) São os políticos que elogiam a FLAMA e o Fascismo;
2) São os políticos que se recusam a festejar o 25 de Abril;
3) São os politicos que pedem avaliações psiquiatricas a outros deputados;
4) São os politicos que afirmam “nem um tostão para Timor”;
5) São os políticos que afirmam “estou a me cagar para a Assembleia da República”;
6) São os políticos que dizem aos outros partidos “eu defeco nessa gente”;
7) São os políticos que apelidam o Primeiro-Ministro de “fariseu” e “mafioso”;
8) São os políticos que chama os jornalistas de “filhos-da-p.”;
9) São os políticos que ameaçam, ofendem, perseguem e processam todos os que ousam expressar a sua opinião ou exercer a sua cidadania.
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