Dizer que o Governo Regional da Madeira é corrupto não é o mesmo que dizer que os madeirenses são corruptos. A legitimidade que advém de ter mais votos nas eleições não é, nem pode ser, uma “carta branca” para tudo fazer em nome do Povo.
Invés de defender o respeito pela lei, o Pr do Governo ameaça com represálias quem se intromete com os interesse privados que lhe são chegados.
Invés de reconhecer o erro cometido no Jardim do Mar o Pr. do Governo acicata à violência, entra em maniqueismos primários e por fim vitimiza-se.
Invés de ouvir os alertas, vindos de todos os quadrantes, para a absoluta necessidade de defesa do ambiente e do bom planeamento urbano, o Pr. do GRM continua a dar cobro aos atentados urbanísticos e ambientais.
Era desejável que 30 anos de Democracia trouxessem ao Dr. Alberto João Jardim e ao seu governo a responsabilidade e a maturidade democrática para reconhecer erros e discutir visões contrárias das coisas sem ofender, ameaçar ou chamar nomes a ninguém.
Infelizmente, o que temos com este presidente de governo é uma governação desprovida de bom senso, que cria animosidades desnecessárias e tem atitudes prepotentes, irresponsáveis e mal educadas que têm consequências muito graves para a imagem da Madeira.